Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Começa agora o Jornal das 10, edição da jornalista Inês Batista. Inês, foi aprovada no Parlamento a descida do IRS apresentada pelo PS.

Luz verde ao projeto socialista que reduz as taxas do IRS até ao sexto escalão de rendimento. A abstenção do Chega e da IL foram decisivas para que os partidos da esquerda conseguissem aprovar o documento, apesar dos votos contra da Aliança Democrática. O PS conseguiu, assim, aprovar uma nova tabela de IRS, em que as taxas aplicáveis aos diferentes escalões descem entre 0,25 e 1,5%. O documento vai agora chegar às mãos de Marcelo Rebelo de Sousa, que tem de promulgar esta descida de imposto. Apenas aí é que as novas taxas entram em vigor para este ano. Os deputados votaram também a favor das medidas do PSD relativas à atualização dos escalões de rendimentos.

E para além da descida do IRS, foi também aprovada a proposta do governo para isentar de IMT a compra de casas pelos jovens.

O Parlamento aprovou a proposta do governo, que isenta de IMT e Imposto de Selo os jovens até 35 anos na compra da primeira habitação. A proposta, aprovada na generalidade, especialidade e votação final global, ao mesmo tempo, teve votos a favor de PSD, Chega, Iniciativa Liberal, CDS e PAN. PS e Bloco de Esquerda abstiveram-se, Livre e PCP votaram contra.

E o governo já pediu à Comissão Europeia o desembolso do terceiro e quarto pagamento do PRR.

Anúncio feito pelo primeiro-ministro durante um encontro com a comunidade portuguesa em Zurique, na Suíça. Luís Montenegro adianta valores e diz que o pedido não foi feito antes por imposições legislativas.

Ontem à noite, submetemos à Comissão Europeia um pedido para o desembolso do terceiro e quarto pagamentos do PRR, no valor de €713 milhões, que estava pendente de algumas decisões legislativas, e não só, que se conseguiram cumprir nestes 60 dias.

O líder do governo, que anuncia ainda que vai criar uma comissão para comemorar os 40 anos da adesão de Portugal à antiga Comunidade Económica Europeia.

Estamos a entrar no ano que nos levará, no dia 12 de junho de 2025, a celebrar e evocar os 40 anos da adesão de Portugal à União Europeia. E eu quero até aproveitar para vos dizer, em primeira mão, que iremos constituir uma comissão para programar essas comemorações, para fazermos uma avaliação de todo este percurso e para fazermos também uma campanha de envolvimento das portuguesas e dos portugueses também nesse projeto.

Anúncio de Luís Montenegro, em declarações à margem das comemorações do Dia de Portugal na Suíça, deslocação feita em conjunto com o Presidente da República.

Marcelo Rebelo de Sousa, que anunciou o sonho de realizar as comemorações do Dia de Portugal no próximo ano, na Venezuela.

No final das comemorações do 10 de Junho na Suíça, Marcelo Rebelo de Sousa anunciou a vontade de realizar as comemorações do próximo Dia de Portugal junto da comunidade imigrante da Venezuela, mas admite não saber se vai haver condições para o fazer.

É um sonho que eu tenho há muito tempo. Se houver condições, adoraria que fôssemos à Venezuela, porque é mudar de continente, da Europa para o continente americano, e é um sonho de uma comunidade, e é um sonho nosso em relação a uma comunidade que tem tantos anos e que tem tanto prestigiado o nome de Portugal.

Questionado sobre o que pensa da ideia, Luís Montenegro, que estava ao lado de Marcelo, disse que o momento era de balanço e afirmou compreender a intenção do chefe de Estado.

E o Chega vai analisar a escolha de Tânger Correia como cabeça de lista para as europeias.

É o que diz o deputado Pedro Frazão à Rádio Observador, que admite um mau resultado nas eleições. O partido vai analisar a campanha das europeias, mas também o candidato.

Se o Chega vai fazer uma avaliação daquilo que aconteceu, é óbvio que vai fazer uma avaliação. Nós ficamos aquém das nossas expectativas. Eu não tenho nenhum prurido em dizer isso. E, portanto, vamos fazer essa análise interna.

E à cabeça está o facto de ter sido escolhido o Tânger Correia?

Não sei se está à cabeça, está com certeza dentro do corpo dessas responsabilidades. Estará, obviamente, o candidato. Estará também aquilo que foi a campanha eleitoral. Estará o envolvimento das estruturas distritais.

Correu mal a campanha eleitoral?

Não estou ainda em condições de avaliar. Pelo que me foi dado a ver, correu bem. Nós não esperávamos este resultado. Honestamente, eu não esperava este resultado, mas este resultado foi o que aconteceu.

Palavras de Pedro Frazão no Direto ao Assunto da Rádio Observador. O deputado, que admite que a abertura do Chega para aprovar o Orçamento do Estado só se o governo aceitar mudanças.

Qualquer governo com uma maioria inacabada, não qualificada e que não tem abertura suficiente com os partidos da sua família política mais próxima para fazer apoios, com certeza que terá uma porta estreita para passar. Iremos ter, primeiro, uma análise técnica, obviamente, depois uma análise política. Iremos formar um julgamento e existirão, com certeza, coisas que nós quereremos mudar nesse orçamento. Se o PSD e o CDS estiverem disponíveis para acatar as nossas alterações, existe a possibilidade, obviamente, de nós acompanharmos o orçamento.

O deputado do Chega reforça que o partido não vai apoiar António Costa na corrida ao Conselho Europeu para não recompensar o que consideram ter sido oito anos de incompetência da maioria socialista.

Inês, a plataforma dos sindicatos da PSP e da GNR pediram uma nova reunião à Ministra da Administração Interna para discutir o subsídio de risco.

Na semana passada, os sindicatos tinham proposto um aumento de €400 de suplemento. O governo fez uma contraproposta com €300. Não foi aceite pelas estruturas sindicais. Em declarações à Rádio Observador, o comissário, o porta-voz da plataforma de sindicatos e associações da PSP e GNR, Bruno Pereira, afirmou que pediram esta reunião porque acreditam que o governo vai acabar por ir ao encontro dos interesses da plataforma.

Acreditamos, sinceramente, veementemente, que ainda é possível chegar a um acordo E que o governo tentará por tudo ir ao encontro daquilo que foi a proposta da plataforma e ir ao encontro, em paralelo, em simultâneo, dos anseios destes profissionais e resolver comigo, porque é importante dar a paz, trazer a paz para os polícias, trazer paz ao governo e trazer paz à população.

Bruno Pereira a respeito das negociações do aumento do subsídio de risco da GNR e PSP, que duraram dois meses.

E são agora 10h07. Inês Batista, que outras notícias estão a marcar esta noite?

No desporto, medalha de bronze no salto em comprimento para a portuguesa Ágata Sousa, nos Europeus de Atletismo em Roma. A atleta portuguesa, de 24 anos, saltou esta tarde 6 metros e 91 centímetros no terceiro ensaio, alcançando a melhor marca pessoal do ano. Ágata Sousa foi superada pela italiana Larissa Iapichino e pela alemã Malaika Mihambo. É a terceira medalha conquistada por Portugal nestes Europeus de Roma, depois do bronze de Liliana Cá no lançamento do disco e da prata de Pedro Pichardo no triplo salto. Mais de 8 mil crianças com menos de cinco anos foram tratadas por subnutrição aguda na Faixa de Gaza. Os dados foram revelados pela Organização Mundial de Saúde, que confirma ainda a morte de outras 28 crianças. De acordo com o diretor-geral da organização, Tedros Ghebreyesus, uma parte significativa da população de Gaza enfrenta atualmente o nível catastrófico de escassez de alimentos. Os Estados Unidos e a Ucrânia devem assinar amanhã um pacto de segurança bilateral à margem da cimeira do G7, a decorrer em Itália. A CNN Internacional cita fontes que dão conta de um acordo com o objetivo de manter relações de segurança a longo prazo entre Washington e Kiev, mas que pode ser desfeito por futuras administrações norte-americanas. O acordo surge na sequência de meses de negociações entre Estados Unidos e Ucrânia, prevê-se que os Estados Unidos se comprometam durante 10 anos a continuar a treinar as Forças Armadas ucranianas, a reforçar a cooperação na produção de equipamento militar e a prestar assistência militar e partilhar informações.

E é o ponto final no Jornal das 10, edição da jornalista Inês Batista. Voltamos a atualizar toda a informação às 10h30. Até já.

Até já.