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António Costa preocupou-se em fazer perguntas a esta representante local sobre, por exemplo, se era mais prioritário, neste momento, recuperar prédios de habitação ou edifícios de serviços, como escolas e hospitais. Também procurou saber quantas pessoas é que já tinham voltado. Responderam-lhe que 25 mil pessoas já tinham voltado, mas ainda havia 100 mil pessoas que estavam fora de Irpin e que ainda não tinham regressado às suas habitações. António Costa, depois desta pequena conversa com a intermediação da doutora da embaixada para se inteirar sobre aquilo que aconteceu em Irpin, está agora a fazer um pequeno percurso a pé para continuar a observar a destruição. São de facto imagens impressionantes. Tenho aqui um pequeno estabelecimento com os vidros todos destruídos, mais à frente, um prédio de nove andares completamente queimado, desventrado, sem janelas, sem nada.