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Seja muito bem-vindo ao "Português Suave", o programa que todas as semanas esclarece dúvidas muito pertinentes da língua portuguesa e às vezes suscita até alguns embates nas redes sociais. As pessoas são muito fervorosas.

Quando se começa a falar da vacina.

Isto gerou muito debate. Cordial e às vezes nem tanto. Marco Neves, muito bem-vindo, mais uma vez. Obrigado por estares conosco. Episódio número 13. Já!

Eu lembrei-me que estava vindo aqui para os estúdios e estava me lembrado do número 13, precisamente por ser hoje o episódio. Não vamos falar daquilo que muitas pessoas me perguntam: "Por que muitas pessoas dizem treuz?", isso fica pra outro episódio. Mas lembrei-me que nós todos temos aquela ideia de que o número 13 é azarado.

Sexta-feira 13, por exemplo.

Sexta-feira 13. Percebi há pouco tempo, por exemplo, que há aviões que não têm a fila 13.

É o número favorito da minha mãe, por acaso, o número 13.

Eu também gosto do número, porque é tão estranho. Há prédios nos Estados Unidos, não sei se noutros países também, que saltam do 12 para o 14, os aviões saltam, alguns aviões. E há a sexta-feira 13. Mas uma coisa curiosa, porque até nestas coisas as línguas e as culturas mudam, é que, por exemplo, aqui ao lado, em Espanha, não é a sexta-feira 13, não sei se sabiam.

Não.

O azar é terça-feira 13.

Porque terça, será?

Pois, não sei. 13 é sempre o-

Era o que fazia mais sentido aqui também. Sim, faz mais sentido. Até por sexta-feira.

E alguns espanhóis pensam nisso, dizem: "Os portugueses estão sempre a seguir o que os ingleses e os americanos fazem". Mas eu acho que não, isto já é muito antigo. Mas é curioso pensar que até essas coisas mudam. E na China é o número quatro que é azarado. Os números mudam de azar. Às vezes, eu brinco e digo: se alguém tem medo da sexta-feira 13, então é só ir até Évora de Jorge que já não faz efeito.

Já está tudo bem. Então hoje é o episódio 14, pronto.

Vai saltar um episódio.

Olha, o que vamos falar sobre hoje? Vamos aqui um bocadinho abrir a cortina.

Vamos falar da Coreia, do que é difícil ao aprendermos português e vamos responder uma pergunta em relação a um possível erro: será que tirar uma fotografia é um erro? Não o próprio tirar a fotografia.

Às vezes pode ser.

Pode ser, exato. As pessoas erram muito nesse ponto. Mas vamos falar disso até o final deste programa.

Então vamos a isto. Vamos à primeira rubrica, Língua nas Notícias. Então, Marco, o que nos trazes para esta semana?

Bem, nós tivemos algo estranho que aconteceu na Coreia, que ninguém sabe descrever bem o que foi, na Coreia do Sul, em que o presidente declarou a lei marcial. Podíamos ter falado de lei marcial, mas há uma expressão que é usada por alguns comentadores, não só em português, e aliás, até talvez mais em inglês, que nós podemos usar aqui na nossa língua como autogolpe. Parece que aquilo pode ser descrito como autogolpe, ou seja, um golpe de Estado, ou uma tentativa de golpe de Estado, criado pelas próprias instituições que supostamente estão a ser vítimas desse golpe de Estado. Neste caso, o presidente.

Explica-nos aqui melhor o auto, esta ligação.

Sim, porque o auto é uma peça linguística que vem do grego, que normalmente usamos quando queremos dizer que alguma coisa é feita por si mesmo ou para si mesmo. Por exemplo, nós temos automóvel, que nós já nem pensamos. O automóvel é algo que se move por si mesmo. Não precisa de cavalos, basicamente. É daí que vem a lógica. Tínhamos os cavalos, e aquilo é uma grande invenção, em que de repente temos a carruagem que já não precisa dos cavalos pra andar. É automóvel. Depois, temos aqui este autogolpe, que é um golpe contra si mesmo. Curiosamente, depois, por causa do automóvel, o móvel caiu e aquele auto também passou a querer dizer qualquer coisa que seja sobre automóveis. Não precisa de ser para si mesmo. Nós podemos pensar, há uma série de empresas que vendem automóveis que têm o auto no nome. Isso acontece muito também. Aconteceu também com o telefone, que de repente o fone caiu e nós pusemos o móvel, o tele, que não quer dizer telefone, mas passou a ser telefone móvel. Portanto, nós somos sempre muito criativos na forma como usamos estas peças da língua.

Ou seja, na verdade, um stand chamado Auto Maia.

Não é Maia que se faz assim.

Exatamente. É só um stand de carros de alguém chamado Maia.

As pessoas são muito criativas.

É isso. Olha, Marco, já que estamos aqui a falar da Coreia, tu trazes sempre várias curiosidades no bolso. O que nos pode dizer um bocadinho sobre língua coreana?

Isto chama-se Português Suave, não coreano suave.

Também não queremos.

Exato. Mas nós podemos sempre falar um pouco também das outras línguas, porque até dá-nos aqui algumas formas de olhar pro nosso próprio sistema de escrita, neste caso, porque a Coreia tem uma língua, que é o coreano, como nós sabemos, que é uma língua isolada. Há uma língua numa ilha da Coreia, que também é da mesma família, mas é uma língua que não tem relações conhecidas com as outras línguas, tirando essa pequenina que está numa ilha lá ao pé. Portanto, é um pouco como o basco. O basco também é uma língua que ninguém sabe as relações que tem. O coreano não tem nada que ver com o japonês, nem com o chinês, nem com nenhuma língua da zona, no que toca à origem. Portanto, é uma língua completamente diferente. Nós, se calhar, quando não conhecemos as línguas orientais, por vezes pensamos que elas estão todas relacionadas umas com as outras. O coreano é muito mais distante do chinês, por exemplo, e do japonês, mandarim, vamos dizer, do que o português do persa, por exemplo. Não tem relação conhecida. E o que é interessante no coreano é o uso do sistema de escrita. Quer dizer, há muita coisa interessante, certamente. E algo curioso é que eu noto que os mais jovens, ali entre os 18 e os 20 anos, gostam muito até da língua coreana. Está na moda.

Mas também é muito o fenômeno do K-pop, principalmente.

Exatamente. Mas levou ao interesse na própria língua. Na minha faculdade, há aulas de coreano, há muitos alunos a aprender coreano.

E que gostam, e que se interessam, e querem saber mais sobre a cultura e não só sobre a questão do K-pop.

Exatamente. É um interesse muito forte nesta cultura, que, por exemplo, quando eu tinha 20 anos, não passaria pela cabeça de ninguém a Coreia ser um Certamente haveria pessoas interessadas na Coreia, mas não era algo muito comum. O sistema de escrita do coreano é o hangul, que é curioso porque parece, à primeira vista, mais uma vez parecido com o sistema chinês, cada símbolo terá um conceito, mas não, aquilo são letras. São símbolos que representam cada um dos sons, só que estão encavalitados uns nos outros. Cada um daqueles símbolos, se olharmos com atenção e soubermos, claro, tem uma componente para cada um dos sons da sílaba. Aquilo não é o conceito, é mesmo o som e é o único sistema que eu conheço que é um alfabeto que está como se fosse em pequenas rodinhas de letras.

Numa encavalitada.

Exatamente. E é interessante por isso, que foi criado por um rei particular, o Sejong. Eu não sei coreano, eu estou a confiar que não esteja aqui a destruir completamente a língua. E este rei criou este sistema muito sistemático e muito diferente dos outros todos que estão ali à volta, o que é curioso.

E Marco, a língua é diferente da Coreia do Sul para a Coreia do Norte?

Não era quando houve a divisão, e agora já é. Ou seja, em poucas décadas nota-se. Mais uma vez, eu não sei coreano, estou a confiar naquilo que me contam sobre a própria língua, mas começa por ser o vocabulário político é diferente, depois as expressões que as pessoas usam, as bengalas que vão, de repente, passado umas décadas, eles conseguem comunicar, a língua é a mesma, mas já se nota uma certa diferença na forma como se usa a língua e se os países continuarem separados durante muito tempo, é provável, ainda por cima uma separação tão forte, é provável que daqui umas décadas ou uns séculos, serão duas línguas diferentes.

Pois, exato. É caso para dizer Coreia já não quer. Vamos avançar.

André.

Devias me dar o título do teu livro para isto.

Coreia já não quer?

Ficava um título melhor, não sei. Não é que eu esteja mal.

Podemos dar sugestões às pessoas que atendem nos cafés para mudar um pouco a colocação.

E também para pôr mais criatividade.

E para podermos depois discutir um pouco de política internacional.

Eu vi esta piada esta semana e tinha de a dizer.

André Maia.

Vamos avançar, não para a Coreia, mas vamos a outro ponto no mapa. Vamos ao Mapa da Língua. E então Marco, Mapa da Língua, onde vamos hoje? Bácina, betacismo. Temos falado muita coisa.

E acho que tenho comprovado, eu sei que têm estado atentos, aquilo tem sido às vezes bastante intenso.

Sim, as pessoas defendem a sua identidade com muita vigor.

E ainda bem. Nós estamos aqui para conversar sobre estes temas, com calma, mas depois se a coisa se incendiar nas redes sociais, já não temos nada a ver.

Não nos responsabilizamos por isso.

Não nos responsabilizamos pelo que acontece por lá. Como já falámos de muitos destes temas sobre o nosso mapa aqui em Portugal, pensei falar de uma coisa que também é interessante, e já fomos referindo ao longo dos episódios, que é o facto de haver muitas pessoas pelo mundo fora que aprendem português, ao contrário, se calhar, da nossa impressão, porque nós falamos muito que é uma língua internacional, há muito aquele discurso até político de os milhões de pessoas que falam português, mas esquecemo-nos que, para lá disso, há muitas pessoas, claro que não é o mesmo nível do inglês, do espanhol, mas é uma língua muito aprendida pelo mundo fora. Eu posso dar um exemplo aqui bem ao lado: em Espanha, nós estamos sempre a queixar-nos de que eles não percebem o que nós dizemos. E é verdade, muitas vezes não percebem nada do que nós estamos a dizer.

Não fazem o esforço.

Não fazem esforço. Há ali também problemas de diferença, que as pessoas acham as línguas muito próximas e estão próximas, mas depois esquecem-se que há ali pontos em que são muito distantes, até mesmo na pronúncia. E é verdade que há muitos outros fatores, mas independentemente disso, há milhares de pessoas a aprender português em Espanha, nós não nos lembramos. Na Galiza, na Estremadura. Na Estremadura espanhola, aqui mesmo ao lado, há muitos milhares de pessoas. No País Basco também há, na Catalunha, em Madrid. Em todas as regiões de Espanha nós encontramos. E atenção, não estamos só a falar das universidades. Estamos a falar das escolas que existem por toda a Espanha, escolas de idiomas, onde os adultos se inscrevem para aprender línguas, incluindo português. Estamos a falar mesmo de milhares de pessoas. E eu já conheci pessoas também a aprender português na Croácia, na Polónia há muitas pessoas, aí mais nas universidades, é verdade. Na China, como falámos ainda há poucos episódios.

Sim, estiveste lá.

Exato. E por isso há mesmo muitas pessoas e isso é muito curioso. E agora, isto levou-me, e esse é que é o ponto aqui do Mapa da Língua, já que temos este mapa-mundo a falar da nossa língua, levou-me a perguntar há uns tempos no Instagram, o que é que estas pessoas que aprendem português sentem de difícil na nossa língua? Para nós é tudo fácil. Quer dizer, não é tudo fácil. Se fosse tudo fácil, não estávamos a ter este programa. E as respostas estavam sempre à volta de, por exemplo, o sistema verbal. Nós dizemos uma frase como: "Ele disse-lhes para trazerem." E para nós isto não é nada.

Sim, é fácil.

No entanto, aquele trazerem é uma forma verbal definitiva pessoal que não existe em praticamente mais língua nenhuma. Portanto, é uma coisa muito portuguesa, que os estrangeiros faz-lhes confusão. Quer dizer, quando digo estrangeiros, depende de onde é que vêm. Mas é muito difícil até para um espanhol perceber como é que vai usar este verbo. Os espanhóis referem muitas vezes as vogais, nós temos muitas vogais que eles não têm.

São mais fechados.

E os sons nasais eles também não têm da mesma forma como nós temos. Portanto, para eles é tudo muito difícil. E referem quase sempre também dois sons, o ão.

Pois. Esse eu estava à espera.

E o lh. Em Espanha existe um som parecido, mas não é exatamente igual. Mas muitos outros países por aí fora, os falantes de línguas desses países têm muita dificuldade em dizer o lh, em dizer o ão e em dizer o ã. Por exemplo, para estas pessoas, maçã e massa é a mesma coisa, não conseguem perceber.

Eu lembro-me quando o João Moutinho jogava em Inglaterra, no Wolverhampton.

Sim, o Moutinho.

O João. Ou o João Palhinha também, era sempre o João Moutinho.

E dá problemas quando querem dizer pão, porque dizem coisas muito diferentes.

Pois, exato, e que não tem nada a ver.

Só para aqui chamadas à atenção.

Mas essas pessoas que aprendem português noutros locais aprendem o português de Portugal ou o português do Brasil?

Sempre que eu falo disto, é uma pergunta que as pessoas fazem, mesmo quando agora há pouco tempo estive a conversar sobre isto na China, e a verdade é que em todos estes países, por exemplo, em Espanha é quase sempre o português de Portugal, mas também aprendem o português do Brasil, como nós também na escola aprendemos o inglês.

E às vezes tem influência das duas.

Tem influência das duas, fazem uma certa mistura, há países onde há pessoas que preferem aprender uma, outras aprender outra. Eu uma vez na Alemanha percebi que havia uma turma em que eles tinham dois professores, em que aprendiam o sotaque português e o sotaque brasileiro. Percebi que há universidades que optam por ter um professor no primeiro ano e outro no segundo. Eles no fundo aprendem os dois e depois escolhem aquele que preferem, tendo em conta os seus objetivos.

Muito bem, vamos para a minha parte favorita de todos os episódios.

Vamos a isso.

Vamos aos mitos da língua.

Esta é a parte fina.

Marco, qual é o mito que nos trazes neste episódio que pode ser considerado um erro? Vamos querer descobrir tudo.

Pode ser ou não ser. Vamos responder. Isto, mais uma vez, vem do Instagram, algumas das ideias. Um pequeno vídeo que fiz sobre a primeira fotografia que foi tirada em 1626. Não me vão perguntar quem é que a tirou, porque eu não me lembro do nome da pessoa.

Aquela que é um telhado.

Exatamente. O nome era Niepce. Esta fotografia chamou-se na altura heliografia, que é um termo que ainda hoje é usado tecnicamente para uma técnica particular, mas é curioso pensar que podia ter sido aquele o nome. Apesar de hélio quer dizer sol e nem sempre a fotografia é com sol, podia perfeitamente ter ficado aquele nome e hoje tínhamos telemóveis cheios de hélios.

De hélios.

Exatamente. "Vamos tirar uma hélio ali ao heliógrafo que está ali na esquina para podermos pôr no passaporte." Podia ter acontecido, não seria nada de extraordinário.

E para nós não seria estranho, porque íamos crescer com isto.

Estaríamos todos a pensar: "Bem, aí não houve pessoas que se lembraram de fotografia, ou fotografia, o que é?" Provavelmente nem saberíamos dizer bem a palavra. Houve várias hipóteses para aquela palavra. Mas nesse vídeo eu disse que aquela pessoa foi a primeira pessoa a tirar uma fotografia e tive comentários a dizer: "Mas não se pode dizer tirar."

Que é o que toda a gente diz.

Toda a gente diz.

Toda a gente diz: "Vou tirar uma fotografia."

E diz bem, porque na verdade não é erro. Aqui o problema é um problema que os brasileiros às vezes acusam-nos muito ser assim e eu não acredito, acho que nós não somos particularmente assim. Há pessoas que têm este problema, são muito literais. Os brasileiros estão sempre a dizer que os portugueses são muito literais. Como eu disse, não creio, mas essa pessoa estava a ser muito literal, a achar que se eu dizia tirar uma fotografia, queria dizer roubar a fotografia, arrancar a fotografia. Mas eu também já encontrei listas pela internet fora a dizer que não se pode dizer tirar impressões digitais, parece que estamos a arrancar os dedos. Mas não é isso que nós estamos a fazer. O que nós estamos a fazer é usar o verbo tirar num dos seus sentidos, que é registar qualquer coisa, tirar uma fotocópia, tirar uma fotografia, tirar as impressões digitais. Estamos basicamente a tirar, de facto, a retirar uma imagem daquilo para ficar com essa imagem.

Ufa!

Sim, não há problema nenhum.

Já estou mais descansado.

Mas hei de dizer, há sempre um mas.

Marco, vá, mostra que existe.

Houve uma pessoa que me disse: "Olha, mas quando nós somos fotógrafos criativos, não gostamos muito de usar a palavra tirar, não porque esteja errada linguisticamente, mas porque parece que é uma coisa simples. É só tirar e está feito."

O que é que eles dizem?

Dizem criar ou fazer.

Capturar.

Ou capturar. Mas aquela pessoa estava a dizer que gostava muito da palavra criar. Nós sabemos disso, nem sequer é nada de extraordinário. Quando se tira uma fotografia artística, há ali uma criação. A pessoa está a pensar na perspetiva, está a pensar no que vai pôr.

A parte artística.

Tudo isso leva a que usem mais o termo criar, mas isso não quer dizer que tirar seja um erro.

Está resolvido. Está resolvido e fiquei descansado. Achava que tinha de mudar aqui a minha vida toda.

Posso deixar só uma fotografia. Uma fotografia, não.

Já estou a sentir. Podes deixar à vontade.

Uma pergunta para a semana, que recebi do Luís Aguiar Conraria, que é um professor da Universidade do Porto.

Nosso comentador. O nosso comentador aqui na Rádio Observador.

Que me enviou a perguntar, mas eu não lhe vou responder já, mas vou deixar a pergunta para os nossos ouvintes, porque ele disse-me e eu já tinha percebido. Perguntou-me o que eu achava do facto de, por vezes, se dizer estádio, por exemplo, numa doença, o estádio de uma doença.

Sim, estádio terminal.

E há pessoas que dizem estadiu, há médicos que dizem estadiu. E ele perguntava-me o que eu achava disto. E eu confesso que não tinha pensado na questão e agora vou deixar a bola do lado dos ouvintes, se já ouviram esta expressão, se já ouviram médicos a dizer isto e se têm alguma coisa a dizer sobre esta utilização e depois para a semana nós conversamos sobre isso.

E se médicos ouvirem e usarem, digam-nos também. Muito bem. Nós ficamos por aqui. É um até lá.

É isso. Até para a semana que está.

Gostei muito. São os fãs verdadeiros é que sabem.

Até ao episódio 14 ou 15, dependendo da forma de usar o número.

Um abraço a todos. Até para a semana.

Até para a semana.