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Música, se faz favor. Obrigado.

Ao ritmo do amor, Rui Rio recebeu o apoio do cantor Emanuel.

Este homem vai chegar longe. Quando eu falo em competência, experiência, seguro de si próprio, no dia 30 vai chegar ao topo.

Depois de uma arruada em Santa Maria da Feira e outra em Espinho, com o apoio do antigo adversário Luís Montenegro, a campanha do PSD foca-se no tema da Justiça.

Falar de justiça não é fácil. Falar de justiça depois do Emanuel, mais difícil ainda, temos que perceber.

Mónica Quintela, a porta-voz dos assuntos de Justiça e uma das cabeças de lista do partido nestas eleições, abre a sessão, mas é Rui Rio quem parte para o ataque.

Não vamos ficar de braços cruzados e nada fazer, como a atual ministra da Justiça, que é uma ministra completamente inativa. Tratou da corporação a que pertence e não fez praticamente mais nada de útil. Isso não vamos fazer. Se vamos ter muito êxito ou pouco êxito, sinceramente, tenho humildade suficiente para dizer: não sei, vou tentar ter o maior êxito possível.

O presidente do PSD garante que as acusações de tentativa de controle da Justiça que vêm do lado do Partido Socialista são descabidas.

Ninguém vai controlar sentença nenhuma, ninguém vai dizer quem deve ser investigado ou não, ninguém vai mexer na investigação. Agora, o que nós queremos é que seja a sociedade, em maioria, que depois aprecie o funcionamento da Justiça e tome as decisões concretas.

As sondagens dão o PSD com um resultado cada vez melhor. O líder desvaloriza, mas na comitiva estão quase todos entusiasmados. A campanha segue para Guimarães.