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Marcelo Rebelo de Sousa defende a União Europeia como um parceiro essencial e deixa um apelo à Rússia.

É por isso tempo de a Federação Russa reconhecer o clamoroso erro estratégico, culminando na intolerável invasão da Ucrânia, e voltar ao concerto das nações.

O Presidente da República que descreve a adesão europeia de Portugal como um momento histórico, assim como o Primeiro-Ministro, que reafirma o compromisso com o desenvolvimento do país. Luís Montenegro teve ainda tempo para alertar para os perigos do crescimento da extrema-direita na Europa.

Quarenta anos após a adesão à CEE, Portugal e, de resto, toda a Europa, continuam a defrontar-se com desafios que exigem o melhor do nosso esforço coletivo. Um dos mais sérios desafios que enfrentamos é o crescimento de populismos e extremismos, uma ameaça direta ao funcionamento das nossas instituições democráticas e à coesão das nossas sociedades.

Na qualidade de Presidente do Conselho Europeu, António Costa marcou presença nos claustros do Mosteiro dos Jerónimos para dizer que a integração europeia abriu portas à evolução do país.

A assinatura do Tratado de Adesão não só encerrou o período transitório do regime democrático português, como iniciou a era de maior desenvolvimento social e económico da história de Portugal.

E Durão Barroso, antigo Primeiro-Ministro e Presidente da Comissão Europeia, subiu ao púlpito para relembrar Abril.

De certo modo, podemos dizer que a adesão europeia de Portugal foi o segundo 25 de Abril, de modo a garantir que o novo regime político se consolidasse no espaço da liberdade e democracia.

Os discursos na cerimónia comemorativa dos 40 anos da assinatura do Tratado de Adesão de Portugal às Comunidades Europeias, celebrado no Mosteiro dos Jerónimos.