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No Esplanade Park, em Fort Lauderdale, há tubarões azuis por toda a parte.
Nós que estamos à frente!
A estreia de Cabo Verde em Mundiais é vivida em festa, com direito a funaná e cachupa.
Essa é cachupa, somente $20. E também temos jagacida, também $20. Milho, feijão, carne, baba. Cachupa rica leva tudo.
Jaira vende a cachupa em caixas de plástico prontas a servir. Sócrates Carvalho, caboverdiano que vive em Boston, é o organizador.
Tínhamos que aproveitar. Eu vou dizer que vamos ter aqui 2000 a 3000 pessoas. É uma oportunidade única.
Há comida típica, há churrasco, oferta de camisolas, cachecóis e chapéus e claro, há muita música. Até os polícias dançam. É um misto de alegria e emoção.
Está sendo espetacular. Cabo Verde está fazendo uma boa campanha, está no máximo. É festa, é muita brasa.
Estou a adorar, só o facto de estarmos aqui. E Cabo Verde não veio só para estar presente, Cabo Verde veio para jogar.
Uma coisa impensável, nunca pensava nisso. É uma alegria enorme.
Horas antes do jogo frente ao Uruguai, nota-se o carinho deste povo pela Seleção Nacional. É o primeiro Mundial desta equipa. Vozinha é agora a estrela da companhia e até encanta os norte-americanos, como o Jeff.
Because Vozinha is the GOAT, man. So when I knew I was coming to Miami, I had to represent Vozinha all the way.
Sempre a bater o pé, nem a chuva travou esta festa. É um Mundial histórico para Cabo Verde, um país que entrou no mapa dos norte-americanos para nunca mais sair.
Agora sabem e já vão encontrar no mapa.
Quando chegou aqui a bandeira, a nossa seleção, todo mundo já sabe o que é Cabo Verde.
Agora sabem quem é o Vozinha.
Ê, Vozinha! Ê, Vozinha!