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E esse está bem? A placa também está bem. Pronto, se é em favor do cliente, tudo bem. Ovos também estão bem. Então disto tudo, vamos tratar estes, certo?

A equipa de quatro inspetores entra no supermercado, percorre os corredores e no caminho vai adicionando os produtos básicos de alimentação.

Tem ele aqui na fotografia?

É o caso a tirar os dados do preço.

Neste processo, a investigadora Ana Moura vai tirando notas e fotografias com especial atenção a alguns pormenores.

A indicação de promoções, que depois na caixa, por vezes, não são efetivadas. Outra situação que também acontece com alguma frequência é eventualmente as embalagens dos pré-embalados em que o peso da embalagem, portanto, do produto que está contido nessa embalagem, não corresponder, de facto, ao peso do artigo.

Já na caixa de pagamento, a equipa da ASAE compara o talão com os preços nas prateleiras, começa a fazer contas à balança e tira as conclusões.

Tem vinte e trinta. Ok. Este não está bem também, porque está como este.

Não tem o preço por quilo.

Este tem o peso aqui atrás, mas na placa a identificação não está bem, está à unidade. Pronto, isto vai ser apreendido para regularizarem a situação, quer da etiquetagem que está na loja, quer em relação aos próprios artigos que não têm o peso unitário. E na loja, a questão da afixação do preço por quilo do produto.

Resultado: oito referências apreendidas, ou seja, produtos mal identificados e que por isso não podem continuar nas prateleiras até que os erros sejam corrigidos. O objetivo: proteger o bolso dos consumidores.