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Vocês não se acanhem, podem bater palmas à vontade. Hoje é para isso.
O Salão Nobre do Largo do Rato voltou a rebentar pelas costuras, mas desta vez, em vez de sair de lá Pedro Nuno Santos, candidato, saiu Pedro Nuno Santos, sucessor de António Costa.
Eu tenho muito orgulho de ter estado com ele desde a primeira hora até ao último dia da sua liderança. Um orgulho imenso nos resultados da sua governação.
Enquanto herdeiro de Costa, defende o legado das contas certas dos últimos oito anos de governação e sem nunca nomear o PSD ou Luís Montenegro, ataca a direita na saúde e nas pensões.
Não é privatizá-lo ou, como dizem alguns, complementá-lo com o privado. Nós queremos mesmo salvar o nosso Serviço Nacional de Saúde, pô-lo ao serviço. Um líder do PS não tem que prometer fazer uma coisa diferente do que o PS fez? Um líder do PS, quando se apresenta perante os pensionistas, só precisa dizer que quer continuar o trabalho que tem sido feito?
E a olhar para o futuro, faz saber que conta com António Costa e também com José Luís Carneiro.
Óbvio que nós queremos António Costa na campanha e José Luís Carneiro. José Luís Carneiro é um militante do PS e não é um militante do PS qualquer. Candidatou-se a secretário-geral do Partido Socialista. Nós queremos que ele esteja na campanha.
O futuro começa com as eleições de 10 de março e apesar de defender a honra da geringonça, Pedro Nuno Santos quer os votos no Partido Socialista.
Aquilo de geringonça não teve nada, aquilo foi mesmo estável e funcionou bem. De qualquer forma, aquilo que eu disse e repito, é que nós vamos trabalhar para ter uma grande vitória. Vamos querer mobilizar o povo português para ter uma grande vitória e o nosso discurso, o nosso programa, é o programa eleitoral do PS. É com ele que nós queremos chegar à maioria do povo português.
As primeiras palavras de Pedro Nuno Santos, sucessor de António Costa, o novo secretário-geral do Partido Socialista.