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Chegou acompanhado por alguns dos Pedro Nunistas mais próximos, como Tiago Barbosa Ribeiro ou Francisco César e ainda pela ex-ministra Alexandra Leitão e, à entrada da sala do plenário, tirou pressão a este regresso.

Normal, de alguém que já foi parlamentar durante muitos anos, foram vários anos no governo e agora o regresso ao Parlamento. Não, neste momento eu sou um deputado entre 230, é só isso que eu vou ser. Agradeço muito a vossa atenção ao meu regresso, mas é só isso, é o regresso de mais um deputado em 230.

O agora deputado do PS garante vir apenas reforçar a maioria absoluta e suportar o governo de António Costa.

Mas por quê? Nós temos um governo muito bem entregue, o Partido Socialista tem muito trabalho e o governo muito trabalho para fazer e eu sou um deputado que apoia o governo.

Pedro Nuno Santos, que chegou ao Parlamento no dia em que vai ser entregue o relatório da Comissão de Inquérito à TAP, sobre o qual garante não ter nenhuma expectativa e diz apenas que vem para trabalhar como qualquer outro.

Vou ser um deputado como os outros, vou fazer o meu trabalho, aquilo que é expectável. Fui eleito pelo círculo de Aveiro. Eu represento todo o povo português, mas obviamente eleito pelo círculo do meu distrito. Quero dizer que farei o meu trabalho como os outros deputados, com muito gosto.

Mas para já, Pedro Nuno ainda não sabe quais as pastas que vai ter em mãos.

O grupo parlamentar fará, julgo eu, o ajustamento das comissões no início da sessão legislativa. Acho que é isso, mas não posso ser eu a dar-vos essa notícia.

Pedro Nuno Santos, que se sentou na última fila da sala do plenário, ao lado de Joana Sá Pereira e Hugo Oliveira, e foi cumprimentado por vários colegas de bancada, incluindo o líder parlamentar e a ex-colega de governo, Marta Temido.