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André Ventura diz que não quer fugir do tema da tempestade, mas passou o dia a atacar António José Seguro e o governo. A campanha, que não é campanha, esteve sempre rodeada de apoiantes.
Ventura! Ventura!
Primeiro numa empresa em Chaves, depois numa sessão de esclarecimentos, em que deu as boas-vindas a Seguro na distribuição de lonas para as casas afetadas pela tempestade.
Dissemos que íamos dar lonas. Hoje, o que ele foi fazer? Distribuir lonas. Mas nós andamos há três dias a falar nisto.
Já antes Ventura tinha criticado a postura de António José Seguro, que o acusou de ser um adversário da democracia.
Nós não devemos voltar para o terreno da mera disputa política. Eu acho que ninguém compreenderá que no meio de uma crise destas, haja políticos a debater entre si quem é que é o adversário da democracia.
E lamenta que tenha recusado debates para agora o atacar através dos jornalistas.
Não pode é ter fugido aos debates todos e agora querer debater com intermediários. Acho que não é pelo menos de homem corajoso.
Numa campanha em que o candidato se confunde muitas das vezes com o líder da oposição, André Ventura admite todos os cenários, porque a vitória já foi conquistada.
Vencemos o candidato apoiado pelo governo, com o partido maior do Parlamento, vencemos o candidato liberal e ainda vencemos um candidato independente. Portanto, conseguimos que este movimento se tornasse na liderança da direita e da oposição em Portugal. Não haverá mais outra conversa de direita. Nós seremos a direita.
André Ventura entre Chaves e Aveiro, com críticas sempre ao governo, desta vez à ministra da Administração Interna.
Deixe de nos insultar a inteligência a nós, deixe de gozar com as pessoas e faça aquilo para que é nomeada.
O candidato presidencial que nunca esquece o Executivo, mas que volta a lembrar-se de António José Seguro.