Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
É para Paris que vamos em directo agora, ao encontro do director do Lusa jornal, Carlos Pereira. Bom dia, Carlos. Como é que a capital francesa se prepara para esta reunião de emergência, que vai ser o centro da Europa?
Sim, é verdade. O que diz o Eliseu, que já ontem à tarde disse e ainda hoje de manhã repete, é que isto não é nenhuma cimeira europeia. Está a tentar dizer que não é uma ação contra os Estados Unidos, nem que é uma cimeira europeia, mas é uma reunião de trabalho. Este é o discurso que apareceu ainda ontem à tarde. Não é nada de cimeira europeia. No entanto, é verdade que é uma reação às declarações de Trump em relação à Ucrânia, aqui a Europa foi afastada e tinha de tomar uma decisão e tinha de reagir. O presidente francês que está fragilizado a nível interno, que tem uma política interna muito frágil, mas as relações internacionais e a defesa é de uma responsabilidade directa do presidente e ele está a agir e a tomar a iniciativa em convocar esta reunião. É um mostrar de força da Europa em relação a esta situação em que a Europa é posta de parte nesta negociação de paz, se nós lhe pudermos chamar isto uma negociação de paz entre os Estados Unidos e a Rússia.
E isto numa altura em que a Alemanha está em campanha interna para as eleições da próxima semana. Macron está a tentar liderar o bloco europeu ou parte do bloco europeu, porque não convidou todos os Estados-membros da União Europeia.
Sim, mas aparentemente está a tentar dizer que não é importante isso e que continuam relações aos outros países, dizendo que não puderam estar todos presentes aqui, que não foi possível estar todos. No entanto, estão alguns países importantes. Está também o presidente do Conselho Europeu, que é português, e está a presidente da Comissão Europeia e o secretário-geral da NATO. Estão aqui países importantes na Europa e estão instituições importantes também da Europa. Penso que não é importante estarem todos, pelo menos é o discurso que o Eliseu está a dizer, que não estão todos, mas não é muito importante esta questão de não estarem todos, porque o importante é que haja um sinal de união. E isso é o que está a ser apresentado em relação ao exterior