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Está no ar mais um Sem Falta da Rádio Observador, depois de um jogo de primeira mão das semifinais da Taça de Portugal que juntou Sport e Foco do Porto num clássico que, Pedro Henriques, já fomos vendo por toda a envolvência daquilo que se foi passando, quer das declarações, quer durante o jogo, foi exilente, não só dentro de campo, também fora.
Exatamente, mas vamos analisar os lances, porque à medida que vamos falando dos lances, vou descascando e desconstruindo aqui algumas coisas que foram ditas nas conferências de imprensa e que não correspondem à verdade.
E vamos começar ao minuto três. Queixavam-se de um alegado penalti cometido por Rui Silva na área do Sporting com o jogador do Foco do Porto. Ficou alguma coisa por marcar, Pedro?
Não, é o lance do Alberto Costa com o Rui Silva. Em primeiro lugar, o Moffi que se faz à bola parece-me parte da posição de fora de jogo, que se o Rui Silva tivesse feito penalti, tinha tido impacto esse movimento do Moffi na direção da jogada e da bola, mas ficava sempre na questão do vídeo ao árbitro. As linhas de fora de jogo não foram mostradas, porque também não há penalti. E não há penalti porque efetivamente o Rui Silva chega primeiro à esférica, toca com a mão esquerda na bola, depois o contacto posterior com o Alberto Costa é meio provocado pelo Alberto Costa, que chega depois e vai com o braço à frente, talvez para se proteger e vai contra o Rui Silva. Mais importante, não há penalti.
Ao minuto 20, na tua opinião, Pedro, ficou por mostrar um cartão amarelo ao lateral do Sporting, Max Araujo.
Sim, o árbitro teve aqui um critério largo e foi fiel à não mostragem de cartões amarelos nesse critério largo. Só que depois quando fazemos comparações em que muitas vezes vamos tentar levar ao máximo aquilo que é a fronteira entre imprudência e negligência, imprudência quando há amarelos e negligência quando não há amarelos, eu hoje olhei para todos estes lances numa perspetiva de isolá-los e não estar a olhar para o contexto em que o árbitro está a tentar poupar os cartões, está a tentar puxar mais tarde. Isolei os lances, independentemente do minuto, e olhei à luz da lei. E nesse aspeto, este lance, cartão amarelo para o Max Araujo, que vai claramente contra o William Gomes, é numa jogada em que o Porto mete a bola pelo corredor direito, está certo que é junto à linha lateral, mas o facto é que o William Gomes, se não é travado em falta, tinha aqui uma saída em contra-ataque e, portanto, para mim, falta tática e cartão amarelo por mostrar.
Temos depois ao minuto 26, na tua opinião, outro amarelo que faltou desta feita para um jogador do Foco do Porto, foi PP.
Sim, PP entra fora de tempo e com o pé direito pisa o pé direito do Fresned, uma entrada dura, negligente e passível de cartão amarelo.
Temos depois, Pedro, já ao minuto 29, um amarelo para Jénick Hernán Katán. Bem mostrado?
Sim, bem mostrado. Um pisão junto à linha lateral, fora de tempo uma vez mais e com o pé direito do Jénick Hernán Katán acaba por pisar o tornozelo também direito do PP e, portanto, uma entrada negligente para ser sancionada disciplinarmente.
Ao minuto 44, reclamavam na área do Foco do Porto, os jogadores do Sporting, um alegado penalti cometido sobre Suárez, num lance, Pedro, que na tua opinião foi bem ajuizado.
Sim, no meu ponto de vista, sim, parece-me o chamado contacto insuficiente em termos daquilo que é o contacto ligeiro e a consequência. Ou seja, o Suárez, a maneira como se projeta para o chão é de quem levou um pontapé ou foi pisado, teve ali uma varridela, uma entrada dura. E o que acontece é que há ali um ligeiro contacto muito lateral, que no meu ponto de vista não provoca absolutamente nada, ou seja, não tem nada a ver com a queda que o jogador do Sporting tem. E também esse contacto lateral, para mim, é inconsequente e demasiado ligeiro para a queda demasiado facilitada e aparatosa do avançado colombiano do Sporting. Portanto, para mim, tudo certo, sem motivo para pontapé de penalti.
Ao minuto 45 mais dois ainda da primeira parte, um amarelo para Alberto Costa. Na tua opinião, Pedro, bem mostrado?
O cartão amarelo, deixe-me só puxar aqui, tenho isto aqui mais assim. Ao 45, que estás a dizer 45 mais dois?
Exatamente, o primeiro amarelo do Alberto Costa e depois aquela segunda falta.
Certo, exatamente. São dois lances seguidos. Eu estou aqui a ver os dois lances seguidos e eu não te coloquei aí, por isso é que fiz aqui uma hesitação e portanto vou pôr a culpa em mim que não mandei os lances.
Sim, sem problema. Mas é um minuto diferente, não há de ser assim tanto.
É antes. Sim, mas antes disso. Falta-me um lance, é isso, falta-me dizer lance, que é aquela situação que o Foco do Porto está a se queixar, pelo menos uma das que está a se queixar, porque realmente o Suárez tem ali uma atitude em relação ao Bednarek, que não há imagens que provem que haja agressão. Fico com a ideia que há ali um deixar para trás da mão, mão fechada, talvez, a acertar no Bednarek sem necessidade nenhuma, ali no momento, depois que ele até acaba por ser substituído. Fico com a ideia que é só um comportamento desportivo, que passa despercebido. O VAR terá visto, não é motivo para cartão vermelho, salvo melhores imagens, que não tivemos na televisão, e por isso salvaguardo este lance, que realmente foi incorreta essa atitude. Juntando então o minuto 45 mais dois e 45 mais três, até para ganharmos aqui algum tempo, para dizer o seguinte: ao minuto 45 mais dois é o primeiro amarelo, aliás, o único cartão amarelo mostrado ao Alberto Costa, mas que tem essa seguinte situação. O Max Araujo, quando está a discutir a bola com o Pablo Rosário, à saída da área do Sporting, o Max Araujo consegue ganhar a bola porque domina claramente a bola com a mão esquerda. E portanto, se o árbitro assinalasse obviamente esta falta Não se daria o que aconteceu a seguir. Depois o Maxi Rodrigues sai a jogar e é travado uns metros mais à frente por Alberto Costa, que embora ainda toque na bola, quem toca primeiro é o Maxi Rodrigues, que desvia a bola com o pé esquerdo e depois Alberto Costa, na sequência, também toca na bola, mas o fato é que varre completamente as pernas do Maxi e o árbitro mostra o cartão amarelo, no meu ponto de vista, bem, não tanto pela entrada, embora a entrada em si também seja durinha, mas sobretudo porque é a chamada falta tática. O jogador vai a fugir, vai saindo em contra-ataque. De qualquer maneira, este cartão amarelo, que no meu ponto de vista é bem mostrado, é precedido da mão do Maxi Rodrigues. Minuto 45 mais três, que é passado um minuto, o segundo cartão amarelo, que não é mostrado ao Alberto Costa e que não tem qualquer tipo de gestão. É um take deslizante a varrer sobre o Eugênio Catamo, já junto à linha de baliza. O Alberto Costa vai com a perna direita esticada, toca e derruba com a coxa direita. Digamos que há dois momentos de contacto: a coxa direita do Alberto Costa na perna direita e com o pé direito no pé esquerdo do Eugênio, e é uma entrada negligente, passível de segundo cartão amarelo, ou seja, de expulsão por acumulação. O VAR não pode intervir neste lance, mas ficou aqui o segundo cartão amarelo para mostrar.
Temos depois, ao mesmo minuto e relativamente a este lance, pelo menos foi o lance que esteve na origem do cartão amarelo de Uhlmann, que mais uma vez recebe críticas não só aqui da emissão, também dos adversários, e não larga o pescoço dos árbitros, costuma dizer-se assim.
Sim, mas aqui o importante é dizer que nesta situação específica, claro que o Uhlmann, e nós fomos falando aqui várias vezes, exagera. Uma coisa é ser capitão e poder se dirigir ao árbitro para falar com ele, vai sempre de forma muito exaltada e muito em cima dos árbitros. E, portanto, é aqui procedimento incorreto da parte do Uhlmann e que obviamente os árbitros também têm que rever. Em relação ao cartão amarelo, nada a dizer, por muita razão que tenha, porque ele estava a discutir com o árbitro o segundo cartão amarelo e o cartão vermelho, faz ali um gesto.
Um gesto excessivo.
Exatamente. E, portanto, é bem advertido ao minuto 45 mais três.
Temos também ao minuto 45 mais três, um lance que por acaso eu vi em televisão e que não comentamos aqui, mas ficou no olho, que foi a altura em que Suárez acabou por fazer aquele gesto como que de manipular a mão, a indicar que estava a haver roubo no jogo. Perigosa esta ação do Luís Suárez.
Exatamente, porque estas situações, vamos lá ver uma coisa, o videoárbitro pode chamar o árbitro quando há situações de gestos que sejam excessivos, grosseiros, etc. Fiquei com a ideia que o Suárez foi na direção de uma das câmaras e terá feito o gesto muito em cima da câmera de filmar. Pelo menos foi essa a imagem que passa. Este tipo de gesto, de quem está a dizer que está a roubar, etc., é passível, obviamente, de cartão vermelho, porque inserto-se nas injúrias, nas ofensas, nos gestos grosseiros, porque no fundo o que ele está a fazer esse gesto, embora não o tenha feito na direção do árbitro, está a falar da decisão do árbitro. E eu relembro que estes gestos são contemplados com cartão vermelho. Por exemplo, ainda o Pepe jogava futebol e não foi há muito, há uns dois anos, foi expulso por ter feito aquela coisa de esfregar os olhos, passar as mãos, como quem chama ceguinho. Isso também está contemplado como cartão vermelho. E, portanto, obviamente que o árbitro não vê. Eu dá-me a ideia que o Suárez foi na direção de uma das câmaras e fez aquilo, porque a imagem dele aparece muito em grande.
E Pedro, qual é o papel do VAR nesta situação?
Não, aqui a questão do VAR, reparem que o VAR não está a ver os jogos como nós estamos a ver na televisão. O VAR tem todas as câmaras e obviamente podia ter apanhado esse gesto em alguma dessas câmaras, mas não está a ver aquilo que na regie está a ser transmitido. Embora eles tenham lá por cima uma câmara com a transmissão televisiva, normalmente o que eles estão a fazer é seguir o jogo na cama master e ou apanham esse gesto ou não apanham. De qualquer maneira, este é um gesto que podia levar à expulsão do Suárez.
E Pedro Henriques, temos também, ainda a finalizar esta primeira parte de lances, ao minuto 45 mais cinco, sem pênalti na área do Porto. Queixavam-se de pênalti, os homens do Sporting, por eventuais agarrões.
É, Gonçalo Inácio está em parelha com o Teremoffee e o Diamante está em parelha com o Alberto Costa. E estas duas parelhas estão-se a agarrar mutuamente. Portanto, o Diamante com o Alberto Costa e o Inácio com o Teremoffee. Quando os jogadores se agarram mutuamente, independentemente dos jogadores do Sporting terem caído, porque quem está a atacar normalmente é que tem a tendência para cair, não há motivo para pontapé de pênalti, porque estão ambos a fazer faltas mútuas. E portanto, tudo certo nesse aspeto.
Ao minuto 45 mais seis, na tua opinião, fica amarelo por mostrar Suárez, aqui que foi por causa do pisão.
É o pisão. Embora tenha sido pé direito na ponta da bota, não é propriamente aquele pisão a encher no pé, é uma entrada fora de tempo e enquadrada em outros lances que aconteceram e que o árbitro também não mostrou, mas para mim ficou aqui cartão amarelo por mostrar.
Pedro Henriques, temos ainda, agora já creio que na segunda parte, ao minuto 59, um pênalti que é cometido sobre Uhlmann, foi marcado, convertido, foi esse o gol que valeu a vitória ao Sporting. Resta saber se esta falta deveria ter sido marcada como foi.
Sim, dois momentos, até porque este é mais um lance que o Futebol Clube do Porto se queixa na perspectiva de que antes tinha havido aquela mão nas costas sobre o Pepê, que o Pepê depois cai, agarra a bola e o árbitro não dá o eventual empurrão sobre o Pepê e dá o Pepê a jogar a bola com a mão e, segundo o Porto, é daí que depois nasce o gol. Não é verdade. Este lance das mãos nas costas que o árbitro assinala e é discutível, para mim não há falta, porque o Pepê sente o contato nas costas e deixa-se cair. Mas mesmo que fosse falta, claro, o que vem em seguida será diferente. Se marca uma falta a favor de uma equipa, não marca a favor da outra. Mas este lance ocorre ao minuto 56 minutos e 53 segundos, e o pênalti ocorre um minuto e 40 segundos depois, ao 58:26. Portanto, um lance não tem nada a ver com o outro.
Um minuto e 40 segundos de futebol são quase dois anos.
Exatamente. E toda a construção da jogada que dá origem ao pênalti começa, aquilo que se pode considerar a mesma fase de ataque, onde o videoárbitro pode ir buscar, começa com o Uhlmann, ali na zona de meio-campo. E estamos a falar de 30, 40 segundos antes propriamente dito do pênalti. Portanto, nada tem a ver com este lance. Não dá a falta da mão e dá a falta, naturalmente o que se seguia a seguir, todo o resto do jogo era diferente, não era só o minuto e 40. Não se pode ir buscar uma possível falta que o árbitro troca ou que dá ao contrário, um minuto e 40, para dizer que o pênalti não se ia dar. Isso não faz sentido, na minha perspectiva. O pênalti é claro, eu acho que não merece grandes dúvidas. É essa situação típica em que o Uhman chega primeiro, joga a bola com o pé direito, o Fofana entra fora de tempo e acaba por, com o seu pé direito, pontapear a canela direita, e quase joelho, do jogador dinamarquês do Sporting, entrada fora de tempo, toca, derruba, castigo máximo bem assinalado, nada a dizer.
Temos depois Pedro Henriques, ao minuto 64, amarelo para Alan Varela, do Futebol Clube do Porto. Bem mostrado?
Sim, o cartão amarelo ao Alan Varela é por uma entrada por trás sobre o Suárez, e portanto, cartão amarelo bem mostrado.
Minuto 71. Na tua opinião, Pedro, ficou por mostrar um amarelo a um jogador do Sporting que tinha entrado não há muito, João Simões.
Exatamente. É uma situação em que o Sporting está junto praticamente à bandeirola de canto da equipa do Futebol Clube do Porto, em que o João Simões faz falta, o árbitro assinala e quando o árbitro apita, o João Simões, de fininho, pontapeia a bola contra o Pepe, que está no chão. Isso é um comportamento antidesportivo, devia ter sido punido com cartão amarelo.
Ao minuto 86, na tua opinião, Diomande, do Sporting, ficou com um amarelo perdoado.
Sim, é uma bola tirada para o gol. Está certo que o Dénis Gul está de costas para o meio-campo adversário, do Sporting, mas o Diomande vem por trás, varre, é mesmo para parar a jogada. Tipicamente falta tática, não obstante ser aquela situação em que o jogador vai com bola a progredir, está a receber de costas e vai-se a virar, mas é varrido por trás com o objetivo de parar a jogada e ficou amarelo para o Diomande.
E temos, para finalizar os lances desta partida, antes de conhecermos a nota que te vai merecer Cláudio Pereira, Pedro Henriques, ao minuto 92, amarelo para Gabri Veiga, do Futebol Clube do Porto.
É os protestos para com o árbitro. O árbitro assinou uma falta do Gabri Veiga sobre o Uhman, ele não concordou e protestou. Já está, gestos e palavras, e o árbitro mostrou o cartão amarelo.
Pedro Henriques, depois destes muitos lances, também da muita polêmica que certamente vai ocorrer nos próximos dias, depois também das declarações de André Villas-Boas, que nota merece Cláudio Pereira? Nota positiva, apesar das reclamações?
Não. Eu vou dar nota 4. Vou dar nota negativa porque nós tivemos aqui, ao nível dos cartões amarelos, eu acho que foi dos jogos em que, embora sejam discutíveis alguns destes cartões, muita gente pode dizer: "Não, mas esse cartão pode ser só em perdente". Há ali duas ou três pisões que até poderia se baixar o nível de cartão, no sentido de não ser cartão. Eu acho que falhou na parte disciplinar, no controle disciplinar. O árbitro, sobretudo na primeira parte, percebeu-se claramente que ele estava um bocadinho congelado, ou seja, percebeu que o jogo não lhe estava a correr bem. Percebeu que algo não estava certo, no sentido de que mesmo sem grandes decisões ou com decisões muito erradas, vamos dizer assim, alguma coisa não estava bem. E depois, há esta questão que repara que o Alberto Costa devia ter sido expulso, claramente, o Luís Soares expulso por acumulação de amarelos. Se calhar, também se pode dizer: "Bem, mas o primeiro amarelo, se o árbitro marca a mão do Maxi, já não havia o primeiro amarelo". Temos aqui na zona dos seis. Certo que o pênalti é bem assinalado, isso para mim é importante. Certo que há outros lances, como aquele sobre o Suárez, que não é pênalti, ou logo a começar o jogo, que também não é pênalti por parte do Ruy Silva. Eu acho que é na parte disciplinar que há mais falhas, no meu ponto de vista. E depois há aquela questão que eu sei que pode ter escapado à equipa de arbitragem, o gesto que o Suárez fez.
Mas não pode escapar ao VAR.
Enfim, é um gesto que se fosse visto, era cartão vermelho, assim como o gesto do Suárez em relação ao Bendarek, que parece-me ser só um comportamento antidesportivo, que também podia ter visto ali cartão amarelo. Enfim, há aqui falhas, sobretudo neste controle, que acaba por ser um pouco descontrolado o jogo em termos emocionais, e é na parte disciplinar que eu acho que há a maior falha, sendo que o lance que acaba por decidir o jogo é uma boa decisão, e aí o árbitro esteve bem, foi ele que assinalou, mas é um pouco irregular entre um pênalti bem assinalado e depois toda uma gestão disciplinar que não é boa para ambas as equipas, no meu ponto de vista, e portanto, há falhas no sentido de ambas as equipas e por isso acaba por ser uma arbitragem muito irregular num jogo que é muito difícil. Só que é um clássico.
E foi estreia de Cláudio Pereira em clássicos, não foi, Pedro?
Exatamente. É um jogo muito difícil, não é um jogo normal, no bom sentido da palavra, não é um jogo igual aos outros, tem grau de dificuldade mais elevado e, portanto, há aqui esta atenuante. Por isso eu ainda lhe dou quatro, embora seja negativo, porque realmente não gostei, sobretudo, da gestão disciplinar. Serve de aprendizagem também para o árbitro. Nota quatro.
Nota quatro dada pelo Pedro Henriques, em mais uma edição do "Sem Falta". Estivemos a olhar para a arbitragem de Cláudio Pereira na vitória do Sporting por uma bola a zero frente ao Futebol Clube do Porto, em jogo a contar para a primeira mão das meias-finais da Taça de Portugal. Vamos ter jornada bem completa aqui com um clássico também entre Futebol Clube do Porto e Benfica e ainda um Sporting x Sporting de Braga. E vamos contar com toda a certeza com o nosso áudio-árbitro, Pedro Henriques. Um grande abraço, Pedro.
Um abraço, obrigado.