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Está de regresso o Termómetro às tardes em direto da Rádio Observador. Hoje, relembrar que estamos numa emissão especial a partir do edifício A Garagem, na Avenida 24 de Julho, também sede da WPP Portugal. A Rádio Observador está aqui com a equipa completa, ou quase, mas ainda bem que se juntou a nós a Maria Ramos Silva, de quem já tinha muitas saudades.
Eu também. É recíproco.
Até porque durante a
O programa está a continuar, atenção.
Sim.
Sim.
Eu estou sempre a lembrar do Termómetro, porque vou passando os olhos na secção de lifestyle do Observador e têm surgido tantas notícias de Harry e Meghan.
É verdade.
Tantas coisas.
Tanta coisa para falar no Termómetro.
Por acaso nem tantas, eles andaram um pouco ausentes também.
É verdade.
Estão assim um pouco como o Termómetro, mas vão voltando.
Mas nos últimos dias tem sido um tal.
Aliás, eles sabiam que o Termómetro não estava aí.
Isto não foi por acaso.
Não vale a pena fazer nada.
Estas duas pausas não foram por acaso.
Na Rádio Observador, também ao longo desta semana, estamos particularmente ligados nas eleições francesas e é mais ou menos por aqui que começa o Termómetro de hoje com a temperatura de quente.
Eu trago Emmanuel Macron. O presidente francês está na corrida para revalidar o mandato, tem uma dura luta pela frente até à segunda volta das eleições. E este sábado eu penso que ele deu tudo em Marseille.
Dar tudo. Tinha saudades dessa expressão.
Dar tudo. Mas a Maria diz dar tudo e temos uma figura destas no Termómetro, eu quase que aposto que não vamos falar de filosofia política.
Não vamos. Judite, talvez seja mais filosofia capilar, para não te dizer o que exatamente.
Já sei o que estás a falar.
Como habitual, a fotógrafa oficial de Macron registou vários momentos da jornada do presidente neste dia e no seu Instagram acabou por partilhar algumas imagens extra de bastidores. Ora bem, é aqui que nós vemos o Macron de forma mais informal, incluindo recostado num sofá amarelo mostarda, com a camisa desabotoada, que deixa descoberto, de uma forma bastante exuberante, os seus pelos no peito.
Oh la la!
Macron, Tony Ramos.
Foi isso que eu pensei. Foi imediatamente o que eu pensei quando olhei para a imagem.
Nós sabemos como em política se perde e se ganha por uma unha negra ou, neste caso, por um simples cabelo.
Ora bem, exato. Ou por uma escolha de guarda-roupa certa ou errada, porque convém lembrar que no mês passado o Macron foi notícia também por estes motivos mais leves, digamos assim, porque foi fotografado sem o tradicional fato e gravata e apareceu com uma descontraída sweatshirt, o que motivou desde logo até comparações com a indumentária de guerra do presidente ucraniano, Zelensky.
Se pôr umas olheiras falsas.
Isto não tanto, parece. Mas ele também estava com ar cansado, muitas reuniões, enfim, aquilo também massa, Bruno.
Claro. Diz-se, de resto, que a campanha de Macron está a tentar seduzir os eleitores mais jovens, deve ser por causa disso. Com tudo isto, esta estratégia vai resultar lá para domingo.
Vamos ver. Nós não sabemos se Macron conseguirá marcar pontos em matéria de futuro, mas o que conseguiu até agora, pelo menos, foram várias comparações e memes na internet. Eu não sei se o Tony Ramos andava por lá, mas enfim, poderia andar. E estas comparações guiam-nos por passado e presente. Lá está, de Sean Connery a Roger Federer. E depois da tendência que ditou o fim dos pelos no masculino, será que é este o regresso do macho alfa? Voltaremos a contar.
Do macho alfa catifa.
Do macho alfa catita, também. Voltaremos a contar com outros Tony Montana? E quem é que se esqueceu daqueles troncos desnudos de caras bem conhecidas quando foram levar a vacina da Covid? Ora bem, eu deixo-vos com estas interrogações.
Epá.
Agora deixaste-nos com imagens horríveis.
Agora tirei-vos do tapete.
Devias ter feito aquele anúncio que agora se faz: "Cuidado, são imagens chocantes".
Podem ferir os mais sensíveis.
Ora bem, vamos ao morno do nosso termómetro.
Vamos aos nossos amigos, Harry e Meghan. Parece que o fim de semana da Páscoa trouxe uma trégua para os lados de Buckingham. Os duques de Sussex voltaram à Europa, isso já estava previsto, para a inauguração dos Jogos Invictus, mas antes de rumarem aos Países Baixos, passaram pelo Reino Unido e essa paragem promete dar frutos.
É aquilo a que se chama uma escala estratégica.
Digamos que sim, podemos pôr as coisas assim. Uma bandeirinha branca pela paz.
Que bonito.
O príncipe Harry teve seu contrato com a rainha Isabel II na quinta-feira, com o príncipe Carlos também. Um momento que nós vamos acreditar, terá servido para melhorar a sempre difícil relação entre os duques e os outros membros da família, desde que eles deixaram de ser membros ativos do clã, e já lá vão quase dois anos. Aliás, já passaram os dois anos. Dois anos e um mês.
Mas será que isto é um estado de graça para durar ou é daquelas visitas de médico?
Vamos ver. Nós somos capazes de ter boas notícias em breve, depois destes 15 minutos ótimos de reencontro. Isto são palavras do príncipe Harry. Isto porque recorde-se que estamos em ano de celebração do Jubileu de Platina da monarca. A imprensa britânica, entretanto, hoje já avançava que o príncipe e a Meghan terão sido convidados para se juntarem à habitual reunião familiar na varanda do palácio, marcada para 2 de junho. E apesar de não poderem assumir um papel oficial nos festejos, como participar naquele célebre desfile do Trooping the Colour, também conhecido como a parada de aniversário da rainha, talvez se juntem a outras ocasiões, como o serviço de ação de graças na Catedral de Saint Paul. Portanto, não está tudo perdido.
Ok.
Pode vir aí um...
Estou mais descansado.
Perdoa-me.
Eu vi umas imagens deles, eram os filhos a conduzir aqueles carros. Não viste essa imagem? Na inauguração dos Jogos Invictus, houve uma espécie de parada em que eles iam nuns carrinhos de criança. Não eram filhos deles. Porque eles até ainda não têm idade, se calhar, para conduzir.
Se calhar, não. Pois, não é ético. Eles arriscam muito, mas também não vamos por aí. Dar carros para as mãos das crianças, é capaz de não ser boa ideia.
É capaz de não ser boa ideia. Ora bem, vamos ao frio do nosso termómetro. Está mais ou menos visto do que nos vais falar hoje no frio.
Sim, é uma história tão triste quanto inevitável, de Cristiano e Georgina Rodríguez. O casal partilhou ontem com os seus mais de 466 milhões de seguidores, uma contabilidade das duas contas, que um dos filhos que esperava não sobreviveu ao parto. Isto através de uma mensagem, em que abordam o caso e a tristeza como estão a viver este momento.
Esse número conjunto de seguidores é verdadeiramente impressionante. Também é incrível a onda de solidariedade que se gerou, desde que fizeram o anúncio.
É verdade. De Usain Bolt a Alessandra Ambrósio, passando pelos vários clubes que o Ronaldo representou, sem esquecer a família, claro, que também se manifestou publicamente. São milhares, de facto, os comentários de pesar e apoio numa publicação que já foi gostada por mais de 11 milhões de pessoas. Isto só na conta do jogador. É, de facto, impressionante. E perante um caso que também justifica todas as tréguas, na Páscoa ou fora dela, sabendo nós que o Ronaldo tantas vezes está debaixo de fogo e não é, de facto, aqui um caso para manter essas divergências.
Entretanto, sabes que o Ronaldo não vai estar no jogo com o Liverpool. É hoje. Justificando, claro, que a família é o mais importante.
É, precisamente. Aliás, não só vai estar afastado deste encontro, como o clã voltou a reforçar o pedido de privacidade nesta hora difícil. Compreende-se.
Completamente. Está feito o nosso Termómetro nesta edição de terça-feira. Esperamos em breve voltar a contar com o Termómetro da Maria Ramos Silva na tarde em direto da Rádio Observador. Obrigado, Maria. Bom resto de dia.
Obrigada. Bom trabalho.