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Europa

Lux está entre os 25 melhores clubes noturnos da Europa

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A discoteca portuguesa é um dos melhores sítios onde desfrutar a noite europeia. A conclusão é do jornal The Guardian que consultou um conjunto de "peritos", entre os quais DJs e promotores musicais.

Gonçalo Villaverde/Global Imagens

Mesmo a acabar o ano, o britânico The Guardian perguntou a DJs, gerentes de marcas e promotores do universo da música quais os sítios preferidos para se passar a noite na Europa. O resultado é uma lista de 25 clubes noturnos, entre os quais consta o Lux, em Lisboa. Juntam-se à discoteca portuguesa que abriu as portas em 1998 outros nomes com código postal em cidades como Paris, Amesterdão, Praga, Barcelona e Oslo. Mas já lá vamos.

Um lugar divertido e estranho. Quem o diz é quem o escolheu, isto é, João Pedro Silva, da Enchufada Records. “O Lux é amplamente considerado um clube de topo em Lisboa e com razão”, comenta o português. Os elogios prendem-se, sobretudo, com o “grande terraço”, as “pistas de dança de madeira” e a música variada que passa nos três pisos existentes. A isso acrescenta-se ainda o design “muito louco” que é complementado com instalações de vídeos e luzes.

“É um sítio divertido e estranho. Ligeiramente posh e, ainda assim, aberto a qualquer pessoa”, conclui João Pedro Silva. O certo é que o Lux mantém-se um local de preferência na capital portuguesa assim que cai a noite e chega a madrugada. O espaço à beira-rio parece não ter perdido o charme com que se estreou, já lá vão mais de dez anos, e já tem agenda para a passagem de ano — ali vão marcar presença André Cascais, Rui Vargas e SwitchSt(d)ance. A música começa pelas 00h30 e só o preço é que fica em segredo.

Fora de fronteiras lusas, as escolhas mostram-se variadas. Desde um clube onde não é permitido entrar com telemóveis, escolhido pelo artista musical canadiano Tiga, a outro localizado no porão de um barco ancorado e com um restaurante no andar de cima, selecionado pela DJ Kate Simko Berghain Panorama Bar, em Berlim, e iBoat, em Bordéus, respetivamente.

CDLC, em Barcelona, é um 3 em 1 para Sam Divine. Se durante o dia é possível saborear cocktails num terraço que se espraia sobre o Mediterrâneo, assim que o sol se põe é a vez de sushi, carne e marisco chegarem à mesa. Por volta das 23h o ambiente transforma-se numa pista de dança. “Sinto sempre que posso tocar durante mais cinco horas após as luzes se acenderem”, explica Sam Divine. Na cidade há ainda outras opções a registar: Elrow Nitsa Club.

Um pouco mais a norte, em Dusseldorf, na Alemanha, destaque para o Salon des amateurs, um moderno café de um museu de arte durante o dia e um clube à noite. Yoyo, em Paris, apresenta o mesmo registo. Está situado debaixo do Palais de Tokyo, considerado um dos maiores sítios na Europa dedicados à arte contemporânea. Decoração urbana, incluindo grafites nas paredes, acolhem música techno e house, mas também eletrónica e indie. Há ainda eventos especiais que têm arte e música como protagonistas.

O melhor da noite europeia, segundo os “peritos” consultados pelo jornal The Guardian, acontece também em Praga, Moscovo e Reiquiavique, na Islândia.

Lista completa

Fluxus Ministerija, Lituânia
Berghain Panorama Bar, Berlim
OHM, Berlim
20/44, Belgrado
Auslage, Viena
Air, Amesterdão
The Villa, Oslo
Kaffibarinn, Reiquiavique
Badaboum, Paris
Yoyo, Paris
Concrete, Paris
Cross Club, Praga
Salon des amateursDüsseldorf
Kaiku, Helsínquia
Propaganda, Moscovo
DC10, Ibiza
Elrow, Barcelona
CDLC, Barcelona
Nitsa Club, Barcelona
Big Bang, Roma
Goa, Roma
Casablanca SoulSantorini, Grécia
Lux, Lisboa
iBoat, Bordéus, França
Barbarellas Discoteque, Croácia

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