Dados pessoais de dois milhões de pessoas, principalmente de estudantes e respetivas famílias, foram obtidos e vendidos por agências ligadas ao ensino e formação em Pequim, informou hoje o diário oficial China Daily.

Os dados obtidos ilegalmente incluem nomes, contacto e registos académicos dos estudantes, os quais foram fornecidos a populares ‘sites’ de busca de emprego chineses como o 58.com ou ganji.com.

Os dados pessoais são utilizados para envio de ‘emails’ com ofertas de trabalho, cursos e serviços similares, segundo o diário oficial.

Em janeiro passado, seis pessoas foram acusadas de obtenção e venda ilegais deste tipo de informação e enfrentam penas de até três anos de prisão por revelar informação privada.