Rádio Observador

Transgénero

Bruce Jenner, perdão, Caitlyn Jenner na capa da Vanity Fair

475

É o adeus definitivo de Bruce Jenner, o ex-atleta olímpico que se transformou numa estrela de televisão. A próxima edição da Vanity Fair revela ao mundo Caitlyn Jenner com fotografias inéditas.

Recorte da capa da Vanity Fair

Capa da Vanity Fair

A edição de julho da Vanity Fair tem potencial para ficar para a história: na capa está a primeira fotografia da versão feminina de Bruce Jenner, com o título Call me Caitlyn. Depois de meses de especulação, o ex-atleta olímpico admitiu, no final de abril, que estava a fazer a transição para se assumir enquanto mulher — a entrevista ao canal norte-americano ABC teve tanto destaque que se tornou trending topic em todo o mundo. Agora, a julgar pela edição que aí vem, a transição está finalmente completa.

A divulgação da capa foi feita esta tarde, 1 de junho, no Facebook da Vanity Fair — bastou uma mão cheia de minutos para que o post alcançasse milhares de gostos e fosse partilhado outras tantas vezes, com os meios internacionais a apressarem-se a dar conta da novidade. O entusiasmo mediático tem razão de ser: fotografada pela famosa fotógrafa Annie Leibovitz na sua casa em Malibu, o retrato de capa mostra a agora Caitlyn Jenner numa pose sensual q.b, a usar um corpete justo ao corpo indiscutivelmente feminino.

Além do editorial exclusivo, é prometida uma entrevista emocional: “Se eu estivesse no meu leito de morte e tivesse guardado este segredo sem nunca ter feito nada acerca disso, estaria a dizer ‘desperdiçaste a tua vida'”, conta Caitlyn  a Buzz Bissinger, já vencedor de um Pulitzer. Bissinger, que escreveu o tema de capa, teve acesso ilimitado a Jenner e a toda a sua família, pelo que explorou os traumas e a coragem por trás da decisão que fez do/a protagonista o transexual que continua a comover a América.

A edição da VF chega às bancas norte-americanas no dia 9 de junho.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: acmarques@observador.pt
Racismo

A Instrumentalização Política do Preconceito (2)

Vicente Ferreira da Silva e Miguel Granja

A ideia de que certos indivíduos membros da espécie humana pelo facto de partilharem alguns atributos arbitrários se esgotam em predicados grupais é objectivamente racista e sexista.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)