Legislativas 2015

Partido da Terra quer eleger deputados para “criar bom senso” no Parlamento

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Partido da Terra vai apresentar listas de candidatos a deputados aos 22 círculos eleitorais, para eleger um grupo parlamentar e "criar bom senso" na Assembleia da República.

O Partido da Terra (MPT) vai apresentar, pela primeira vez, listas de candidatos a deputados a todos os 22 círculos eleitorais, com o objetivo de eleger um grupo parlamentar e “criar bom senso” na Assembleia da República. “Nós entramos com ideias próprias, temos causas, e queremos criar um pouco de bom senso na Assembleia da República porque, de facto, pelo menos há vinte anos que estes cinco/seis partidos que estão na Assembleia da República são os mesmos e até ao momento não temos visto nada de positivo que dali saia”, afirmou à Lusa o presidente do partido José Inácio Faria.

Uma vez eleito, o MPT pretende “tentar o máximo para alterar algumas das políticas que têm sido, desde há 20 anos, erradamente aplicadas pelos sucessivos executivos”, continuou o dirigente. “O Partido da Terra é um partido de centro, é um partido que pretende e que vai eleger deputados, é esse o objetivo. Nós pretendemos ocupar um lugar que é nosso, que já deveria ser nosso há bastante tempo”, vincou o também eurodeputado José Inácio Faria.

O líder do MPT referiu também que esta é a “primeira vez que o Partido da Terra consegue atingir esta meta, este objetivo de ir a todos os círculos com pessoas locais”. O MPT apresentou hoje, no Palácio da Justiça de Lisboa, a lista pelo círculo de Lisboa, liderada por Manuel Ramos, assim como as listas de candidatos a deputados pelos círculos da Europa e fora da Europa.

Quanto à campanha eleitoral do MPT, José Inácio Faria acredita que será “sensata e moderada” no que toca a gastos. Na entrega das listas esteve também o antigo presidente da Câmara de Lisboa António Carmona Rodrigues, mandatário da candidatura por Lisboa.

“Aceitei o desafio com gosto mas também por me rever bastante nos princípios por que se rege o partido e como ele se apresenta a estas eleições, e que deverá ser uma voz diferente no parlamento, orientada para a resolução dos problemas reais dos portugueses e não para meros jogos políticos, como se costuma dizer, que é aquilo que mais enerva a população em geral”, afirmou Carmona Rodrigues à Lusa.

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