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Infografia. Um estaleiro chamado Lisboa. As obras dos próximos dois anos

Este artigo tem mais de 5 anos

Já houve obras na Praça do Comércio, na Ribeira das Naus, no Marquês de Pombal e outros sítios, mas a câmara ainda quer fazer muitas mais. O Observador faz um apanhado do que aí vem.

Os próximos dois anos serão de muitas mudanças na cidade
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Os próximos dois anos serão de muitas mudanças na cidade

DOMINIQUE FAGET/AFP/Getty Images

Os próximos dois anos serão de muitas mudanças na cidade

DOMINIQUE FAGET/AFP/Getty Images

A face de Lisboa tem mudado significativamente nos últimos anos e a câmara municipal não quer ficar por aqui. Entre 2015 e 2017, altura em que há novas eleições autárquicas, são muitos os projetos que a equipa de Fernando Medina quer ver implemetados. Aqui está um mapa e a lista das obras que aí vêm.

Passe o cursor por cima dos pontos existentes em cada uma das freguesias para saber o que está planeado. Logo a seguir ao mapa há um apanhado das intervenções mais importantes.

Infografia de Milton Cappelletti

  • É já em outubro, garante a autarquia, que arrancam as há muito prometidas obras no Cais do Sodré, Corpo Santo e Campo das Cebolas — três espaços da frente ribeirinha que ainda não tiveram qualquer intervenção.
  • Também em outubro começa a ser construído o novo terminal de cruzeiros de Lisboa, próximo de Santa Apolónia. A obra deverá estar concluída lá para o fim de 2016.
  • Ainda para a frente ribeirinha está prometido o início da construção, já para este ano, de um pólo museológico relativo aos Descobrimentos. Em forma de nau, o novo espaço terá também uma galeria subterrânea e esplanada, embora não se conheçam para já muitos pormenores sobre o projeto.
  • No âmbito do programa Uma Praça em Cada Bairro, 31 espaços públicos da capital vão ter obras até 2017. As primeiras cinco empreitadas já foram lançadas: são para os Largos da Graça e de Santos, Rua de Campolide, Praça Duque de Saldanha e Picoas. A ideia da câmara é replicar o que já foi feito na Avenida Duque de Ávila, com a redução de faixas de rodagem, o aumento dos passeios, a criação de ciclovias e a promoção dos transportes públicos.
  • Aproveitando a boleia das obras no Saldanha e Picoas, a câmara quer igualmente requalificar as avenidas Fontes Pereira de Melo e da República, entre o Marquês de Pombal e Entrecampos. O projeto está envolto em alguma polémica junto da oposição e dos moradores da zona, mas a ideia é que as obras comecem já no início de 2016.
  • Também no horizonte próximo dos lisboetas estão as obras de pavimentação em 150 ruas até 2017. É capaz de ter reparado que os trabalhos já arrancaram em algumas zonas. Até ao fim de 2015 estão previstas 54 intervenções; em 2016 há 102 e, em 2017, mais 27.
  • Dos 70 bairros municipais de Lisboa, 21 deles vão ter obras de reabilitação mais ou menos profundas até 2017. Já este ano há trabalhos previstos para 16 desses bairros, como o do Condado, da Horta Nova e da Alta de Lisboa, onde são feitos os maiores investimentos. No bairro Padre Cruz, onde as intervenções já duram há vários anos, outubro é o mês do início da construção de mais 20 casas.
  • No próximo ano começa a construção de dois túneis de escoamento de águas, constantes da revisão do Plano Geral de Drenagem de Lisboa. Essas infraestruturas têm como objetivo reduzir o impacto das cheias na cidade. Um dos túneis, o mais importante, é especialmente longo: estender-se-á de Monsanto a Santa Apolónia. Apesar disso, a câmara garante que os trabalhos não vão afetar o trânsito à superfície.

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