Jardim Zoológico

Uma girafa do zoo de Lisboa morreu ao aproximar-se de visitante que a queria alimentar

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Apesar de todos os avisos para não alimentar animais, alguns visitantes do Jardim Zoológico de Lisboa continuam a desrespeitar as regras. Este sábado morreu uma girafa de 11 anos.

As girafas-de-Angola só existem em três jardins zoológicos na Europa: Lisboa, Dortmund, na Alemanha, e em Amersfoort-Utrecht, na Holanda.

© Hugo Amaral/Observador

Uma girafa-de-Angola do Jardim Zoológico de Lisboa morreu este sábado ao cair no fosso que separa os animais dos visitantes, avançou o jornal Público. A girafa não resistiu à queda, depois de se ter aproximado demasiado da borda quando um visitante quis dar-lhe de comer.

O visitante, que foi identificado pela PSP, ignorou os alertas para não alimentar os animais, uma situação que, segundo o zoo de Lisboa, continua a acontecer apesar de todos os avisos. “Os animais são alimentados, não é necessário as pessoas trazerem comida de casa”, disse ao jornal Inês Carvalho, do departamento de marketing do Jardim Zoológico.

Depois da queda da girafa, a zona foi vedada e o teleférico foi encerrado, continuando o resto a funcionar com normalidade. A girafa tinha 11 anos e cinco meses e em Novembro do ano passado deu à luz uma cria, que terá agora que contar com o apoio do restante grupo no seu desenvolvimento. Além do visitante, as autoridades policiais identificaram algumas testemunhas e foi aberto um processo de averiguação interno.

Inês Carvalho acrescentou que “o jardim deixou de ser uma montra de animais”, sendo atualmente objetivo proporcionar melhores condições e conforto aos animais e, ao mesmo tempo, garantir a segurança dos visitantes. A responsável considera que apesar de todo o esforço para alertar as pessoas para não darem comida aos animais – através de folhetos, placas e vídeos – alguns visitantes continuam a não seguir as regras.

As girafas-de-Angola só existem em três jardins zoológicos na Europa: Lisboa, Dortmund, na Alemanha, e em Amersfoort-Utrecht, na Holanda. A sua população tem vindo a diminuir nas áreas de onde é originária – Botsuana e Namíbia – sendo esta uma espécie considerada “vulnerável” pela União Internacional para a Conservação da Natureza.

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