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No setor da Educação, mais de metade dos trabalhadores que estavam de baixa por doença tiveram de regressar ao trabalho depois de passarem por uma junta médica. A fiscalização foi feita em 2017 e a conclusão encontra-se no relatório da Comissão Europeia sobre a oitava avaliação a Portugal depois da saída da troika do país. A notícia é avançada pelo Jornal de Negócios.

No documento, Bruxelas adianta que o plano já anunciado para reduzir o absentismo no sector público começou a ser implementado. “A verificação de cerca de seis mil juntas médicas, no sector da educação no final de 2017, para identificar baixas por doença incorretas, contribuiu para o regresso ao trabalho de mais de metade dos casos avaliados”, lê-se no documento.

A Comissão Europeia dá ainda conta de que estavam planeadas mais seis mil ações de fiscalização que deveriam ser levadas a cabo entre março e agosto e que “um novo sistema de monitorização para avaliar o absentismo foi montado”.

Dados da ADSE, avançados pelo Jornal de Notícias em abril, mas referentes a março, davam conta de seis mil professores de baixa médica há mais de dois meses, que estariam à espera de serem chamados para ir a junta médica. Segundo o jornal, todos os meses cerca de 500 professores são avaliados por juntas médicas.

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