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Black Friday: quando a corrida pelas melhores promoções lança o caos nas lojas

Este artigo tem mais de 3 anos

A tradição da Black Friday é cumprida praticamente em todos os países. Ao mesmo tempo, milhares de pessoas correm para serem os primeiros a entrar nas lojas e obter as melhores promoções.

Abertura de uma loja em Chicago, nos Estados Unidos, durante a Black Friday
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Abertura de uma loja em Chicago, nos Estados Unidos, durante a Black Friday

Getty Images

Abertura de uma loja em Chicago, nos Estados Unidos, durante a Black Friday

Getty Images

É um cenário que se repete todos os anos quando tem início a Black Friday (e que agora não se dá apenas de quinta para sexta-feira): filas intermináveis, encontrões, quedas, gritos e por vezes até violência. Tudo na luta pelas melhores promoções. Este ano, a situação não foi diferente. De Portugal aos Estados Unidos, foram multidões que aguardaram à porta das lojas para que chegasse a meia-noite, hora em que as portas abrem para as promoções.

Em alguns locais, a calma e a paciência conseguiram dominar. Pelo contrário, em várias lojas houve quem esperasse impaciente e, mal as portas abriam, o caos estava lançado. Quem lá foi ou estava apenas de passagem, aproveitou para filmar a confusão e partilhá-la nas redes sociais. Foi o caso do que aconteceu este ano em várias lojas da Worten espalhadas pelo país, que decidiram abrir entre a 00h e as 2h00 desta quinta-feira. A loja foi à boleia da Black Friday e estendeu a promoção a outros dias da semana.

O Centro Comercial Colombo, em Lisboa, encheu para as promoções:

O mesmo aconteceu em Matosinhos. Num vídeo partilhado pela Worten no Facebook é possível ver o caos quando as portas abrem, a corrida para apanhar os produtos em desconto, chegando mesmo a serem derrubados objetos e decoração da estabelecimento.

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De outra perspetiva, pode ver-se a quantidade de pessoas que aguardavam no exterior pela abertura das portas. “Parecem formigas!”, ouve-se comentar no vídeo partilhado.

Em Nova Iorque, nos Estados Unidos, foram milhares de pessoas que aguardaram para entrar na Macy’s. Há quem entre na loucura da Black Friday todos os anos, já quase como uma “tradição”. Os funcionários do estabelecimento são preparados para o cenário.

Em São Paulo, no Brasil, a Black Friday também levou milhares às lojas. Na loja da Nike, onde os produtos estavam com 30% de desconto, esperava-se um cenário de confusão, mas a entrada acabou por ser mais calma.

Noutro local do Brasil, até a confetis e buzinas houve direito durante a contagem decrescente para se iniciar a Black Friday e obter televisões com promoção.

Na África do Sul, uma loja de videojogos foi, literalmente, “invadida” por clientes ansiosos pelas tão desejadas promoções. Enquanto as portas ainda estavam a abrir, já centenas de pessoas corriam em direção ao produto que queriam levar. Com eles levavam também carrinhos de compras, decoração da loja e até pessoas que acabaram por cair a meio da corrida.

Outra loja de jogos na Namíbia também enfrentou o caos. No vídeo partilhado no Twitter é possível ver os próprios funcionários do estabelecimento a tentarem manter as portas fechadas, face à força que os clientes estavam a fazer para entrar.

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