Algarve

Programa “365 Algarve” tem garantida a quarta edição, a arrancar em outubro

O programa teve como objetivo inicial combater a sazonalidade, melhorando a experiência turística nos municípios algarvios, tendo sido criada uma programação cultural de qualidade.

Tal foi o sucesso do programa "365 Algarve" que o Governo decidiu estendê-lo, estando já assegurada uma próxima edição, a quarta, a começar em outubro e a terminar em maio de 2020

LUÍS FORRA/LUSA

Autor
  • Agência Lusa

O programa “365 Algarve“, iniciativa cultural destinada a promover a região na época baixa, e que se realiza desde 2016, já tem garantida uma quarta edição, a realizar-se de outubro deste ano a maio de 2020, foi esta terça-feira anunciado.

“Depois de três edições em que foi notória a articulação entre os agentes turísticos e culturais, este programa cultural que percorre a região na época baixa já tem garantida a 4.ª edição”, anunciou o Governo, em comunicado conjunto da secretária de Estado da Cultura e da secretária de Estado do Turismo, adiantando que as iniciativas já mobilizaram, até agora, mais de 300 mil pessoas.

Inicialmente planeado para ter apenas três edições, o programa teve um sucesso tal que o Governo decidiu estendê-lo, estando já assegurada uma próxima edição a começar no próximo mês de outubro e a terminar em maio de 2020, como sempre tem sido desde que foi criado, em 2016.

O objetivo inicial, como recorda o comunicado, foi o de combater a sazonalidade, melhorando a atratividade e a experiência turística em todos os municípios algarvios. Para tal, foi criada uma programação cultural de qualidade, construída a partir das propostas do tecido artístico local, e dinamizada pelas áreas de governação da Economia e da Cultura.

Segundo dados do Governo, o “365 Algarve” tem atraído cada vez mais público e a média de espetadores por sessão aumentou em todas as edições. “Até à data, assistiram aos eventos mais de 300 mil espetadores. Nos últimos três anos, foram promovidas 1.553 iniciativas, num investimento global de 4,5 milhões de euros, financiado pelo Turismo de Portugal”.

Paralelamente, desde 2016, as “dormidas no Algarve durante a época baixa” aumentaram 23%, o que se refletiu numa diminuição de mais de três pontos percentuais na taxa de sazonalidade, de 46% em 2015 para 42,9% em 2017. Em novembro e dezembro de 2018, os passageiros desembarcados no aeroporto de Faro aumentaram 16,4% e 23,3%, respetivamente.

Para a secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, “o 365 Algarve tem sido um instrumento importante para promover este como um destino vivo durante todo o ano”. Por isso é lançada “a 4.ª edição, entre outubro deste ano e maio de 2020”.

O sucesso deste programa tem permitido criar experiências únicas, culturais, autênticas e surpreendentes quer para os residentes nacionais e estrangeiros, quer para os turistas. Temos feito também um grande esforço de captação de rotas aéreas na época baixa. Desde 2016, as dormidas na época baixa cresceram 23%. E, entre o Inverno de 2015/2016 e o atual Inverno (2018/2019), o número de lugares de avião subiu 33%”, acrescentou a governante

A secretária de Estado da Cultura, Ângela Ferreira, destacou, por sua vez, que lançar a quarta edição do “365 Algarve” é “dar continuidade a uma estratégia de dinamização do território e de descentralização da Cultura“.

“Este programa já mostrou que é possível contrariar a sazonalidade e criar novas centralidades através de uma programação cultural estruturada, pensada e de qualidade, ancorada nas características regionais”, considerou a responsável, acrescentando que a prova do sucesso desta iniciativa está nas “inúmeras sessões esgotadas” e na “crescente notoriedade que o programa tem conquistado”. Na terceira edição (de outubro de 2018 a maio de 2019), atualmente em curso, “já ultrapassámos os 40 mil espetadores apenas entre outubro e dezembro”, sublinhou.

A edição em curso soma mais de 400 iniciativas culturais, que incluem mais de uma centena de concertos, cerca de 50 espetáculos de teatro e perto de cem ações relacionadas com o património da região, entre outros eventos.

O ciclo Jazz nas Adegas, o Festival Internacional das Luzes, o Festival do Contrabando, o Festival Internacional de Cinema e Literatura de Olhão, o Festival Internacional de Música do Algarve e o projeto “Lavrar o Mar” são outras iniciativas integradas na terceira edição do “365 Algarve”.

    Se tiver uma história que queira partilhar ou informações que considere importantes sobre abusos sexuais na Igreja em Portugal, pode contactar o Observador de várias formas — com a certeza de que garantiremos o seu anonimato, se assim o pretender:

  1. Pode preencher este formulário;
  2. Pode enviar-nos um email para abusos@observador.pt ou, pessoalmente, para Sónia Simões (ssimoes@observador.pt) ou para João Francisco Gomes (jfgomes@observador.pt);
  3. Pode contactar-nos através do WhatsApp para o número 913 513 883;
  4. Ou pode ligar-nos pelo mesmo número: 913 513 883.

Agora que entramos em 2019...

...é bom ter presente o importante que este ano pode ser. E quando vivemos tempos novos e confusos sentimos mais a importância de uma informação que marca a diferença – uma diferença que o Observador tem vindo a fazer há quase cinco anos. Maio de 2014 foi ainda ontem, mas já parece imenso tempo, como todos os dias nos fazem sentir todos os que já são parte da nossa imensa comunidade de leitores. Não fazemos jornalismo para sermos apenas mais um órgão de informação. Não valeria a pena. Fazemos para informar com sentido crítico, relatar mas também explicar, ser útil mas também ser incómodo, ser os primeiros a noticiar mas sobretudo ser os mais exigentes a escrutinar todos os poderes, sem excepção e sem medo. Este jornalismo só é sustentável se contarmos com o apoio dos nossos leitores, pois tem um preço, que é também o preço da liberdade – a sua liberdade de se informar de forma plural e de poder pensar pela sua cabeça.

Se gosta do Observador, esteja com o Observador. É só escolher a modalidade de assinaturas Premium que mais lhe convier.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
Caixa Geral de Depósitos

Caixa para que te quero

Inês Domingos

Centeno quis a toda a força financiar a Caixa para lá do que seria aparentemente preciso, mas disse no Parlamento que não tem interesse no resultado da auditoria que revelou os desmandos socialistas. 

Governo

A famiglia não se escolhe? /premium

Alberto Gonçalves
248

Se ainda não se restringiu o executivo aos parentes consanguíneos ou afins do dr. Costa, eventualidade que defenderia com empenho, a verdade é que se realizaram amplos progressos na área do nepotismo

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)