Fotojornalismo

Exposição de Mário Cruz sobre rio de lixo em Manila prolongada até fim de junho

Inaugurada em abril, a exposição recebeu um elevado interesse dos visitantes e foi premiada na categoria Ambiente do Prémio Estação Imagem. Em junho, o fotojornalista fará ainda duas visitas guiadas.

A decisão de prolongar a mostra partiu de Mário Cruz e da Câmara Municipal de Oeiras

José Sena Goulão/LUSA

A exposição de fotografia “Living Among What’s Left Behind”, de Mário Cruz, patente no Palácio Anjos, em Algés, vai prolongar-se até 30 de junho, devido à elevada afluência de visitantes, que em mês e meio ultrapassaram os cinco mil.

A decisão partiu do fotojornalista e da Câmara Municipal de Oeiras, que justificam a decisão de expor durante mais tempo a mostra deste trabalho premiado pelo World Press Photo 2019, que inicialmente estava prevista terminar no dia 26 de maio, com o elevado interesse que recebeu desde a sua inauguração, no dia 5 de abril. Para além do prolongamento da exposição estão também agendadas duas visitas guiadas com o autor, nos dias 9 e 23 de junho.

“As imagens do fotojornalista Mário Cruz retratam o perigoso caminho que a humanidade enfrenta quando descura os direitos fundamentais e abandona a preservação do meio ambiente”, descreve a autarquia, referindo-se à realidade documentada em 40 fotografias das comunidades que vivem nas margens de um rio de lixo nas Filipinas.

A fotografia distinguida pelo World Press Photo mostra uma criança que recolhe materiais recicláveis, para obter algum tipo de rendimento que lhe permita ajudar a família, deitada num colchão rodeado por lixo que flutua no rio Pasig, declarado biologicamente morto na década de 1990.

Este projeto, que alerta para o nível de poluição existente no rio, também venceu recentemente a categoria Ambiente do Prémio Estação Imagem.

Esta é a segunda vez que o fotojornalista Mário Cruz é distinguido pelo World Press Photo, tendo a primeira sido em 2015, na categoria assuntos contemporâneos, com o trabalho “Talibes – Modern Day Slaves”, sobre crianças escravizadas no Senegal e na Guiné-Bissau.

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