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Tourada em Coruche termina com 4 feridos e um cavalo abatido

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Os quatro forcados e cavaleiros foram prontamente retirados da arena e encontram-se livres de perigo. O cavalo colhido por um touro teve de ser abatido devido à gravidade dos ferimentos.

Ant

Uma tourada em Coruche não acabou da melhor forma no sábado para dois forcados e dois cavaleiros que tiveram de ir para o hospital depois de terem sido colhidos. Os quatro já estão fora de perigo mas o cavalo que ficou ferido na mesma corrida teve de ser abatido, noticiou o Correio da Manhã.

Os forcados João Ventura e Luís Fera, do Aposento da Moita, e os cavaleiros tauromáquicos Ana Batista e João Moura Júnior, da ganadaria São Torcato, ficaram feridos em três momentos distintos da noite que pretendia homenagear o bandarilheiro coruchense, Manuel Badajoz, que morreu em março de 2018.

Os dois forcados amadores do Aposento da Moita foram feridos pelo quinto touro da noite, tendo Luís Fera sido transportado para o Hospital de São José. Fonte do hospital confirmou ao Observador que o forcado continua internado, mas disse que o hospital não prestava informação clínica sobre o doente.

Leonardo Mathias, que lidera o Grupo de Forcados Amadores do Aposento da Moita, disse ao Observador que os colegas feridos “estão os dois bem” e que Luís Fera ainda se encontra no hospital “sob vigilância”. Leonardo Mathias acrescentou ainda que Luís Fera não esteve em coma induzido e que João Ventura não chegou a ser hospitalizado.

Os cavaleiros Ana Batista e João Moura Júnior lidaram o segundo e o sexto touro, respetivamente. Ambos caíram do cavalo, mas foram prontamente retirados da arena e assistidos na enfermaria, noticiou O Mirante. Os cavaleiros foram transportados para o Hospital de Santarém para a realização de mais exames.

O cavalo montado por João Moura Júnior, Xeque-Mate, também ficou ferido com uma fratura exposta numa das patas. Embora tivesse sido retirado imediatamente da arena, a extensão dos ferimentos obrigou a que fosse abatido.

“A noite de Coruche foi a pior, vivida em toda a minha carreira enquanto cavaleiro, enquanto homem, enquanto amante dos animais e, sobretudo, enquanto fiel amigo dos meus cavalos“, escreveu João Moura Júnior no Facebook. “Perdi um companheiro com que trabalho há quase 10 anos, todos os dias, e com o qual criei fortes laços e sentimentos que sei que eram mútuos.”

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