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Estados Unidos da América

Estados Unidos adiam para dezembro tarifas previstas para vários produtos chineses

Taxas dos EUA visam telemóveis, computadores portáteis, consolas para jogos, calçado e roupa. Medidas vão entrar em vigor em dezembro e não em setembro, como estava previsto.

Anúncio foi feito pelo representante norte-americano para o Comércio Externo, Robert Lighthizer

KEVIN DIETSCH / POOL/EPA

O governo norte-americano anunciou esta terça-feira um adiamento para dezembro das taxas alfandegárias de 10% para alguns produtos chineses que estavam previstas para o início de setembro.

Em comunicado, os serviços do representante norte-americano para o Comércio Externo, Robert Lighthizer, indicaram que as taxas suplementares de 10% que Washington vai impor a alguns produtos chineses, incluindo telemóveis, computadores portáteis, consolas para jogos, calçado e roupa, entram em vigor a meio de dezembro e não a 1 de setembro. Outros produtos, ligados à saúde ou à segurança ficam isentos desta taxa.

Quando está prevista uma nova sessão de conversações comerciais entre os dois países para setembro, os serviços do embaixador Robert Lighthizer indicaram que este teve uma conversa telefónica com altos responsáveis chineses e que está previsto um outro contacto dentro de duas semanas.

Na China, os media locais noticiaram que o principal negociador chinês, Liu He, e o ministro do Comércio, Zhong Shan, falaram ao telefone com Robert Lighthizer e com o secretário norte-americano do Tesouro, Steve Mnuchin, acrescentando que na ocasião Pequim fez um “protesto formal” pelas novas tarifas que deveriam entrar em vigor a 01 de setembro.

A 1 de agosto, o presidente norte-americano, Donald Trump anunciou, na rede social Twitter, que ia impor tarifas alfandegárias suplementares sobre importações oriundas da China, no montante de 300 mil milhões de dólares a partir de setembro.

Para alguns bens, no entanto, as taxas terão efeito a partir de 1 de setembro, mas o Governo norte-americano não deu mais detalhes.

Esta terça-feira, Donald Trump escreveu no Twitter que a China continua sem cumprir a promessa de comprar produtos agrícolas norte-americanos.

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