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Acidentes e Desastres

“Foi algo de filme”. Pelo menos 35 feridos durante episódio de turbulência em voo para Madrid

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O avião Ilhas Maurícias-Madrid teve uma queda repentina de 300 metros de altura, que durou aproximadamente 15 segundos. Os feridos que sofreram contusões e cortes e foram assistidos no aeroporto.

“O avião teve uma queda que durou entre dez e 15 segundos, e as pessoas voaram para o teto. Toda a gente achou que íamos morrer", disse um passageiro

MÁRIO CRUZ/LUSA

Pelo menos 35 passageiros de um voo que ia das Ilhas Maurícias para Madrid ficaram feridos, com diversas contusões e lacerações, nesta terça-feira, devido a um episódio de turbulência, relata o El Mundo. Entre os feridos estão três membros da tripulação.

O avião vinha das Ilhas Maurícias e, à sexta hora de voo, sofreu uma perda repentina de 300 metros de altura, causada por uma “bolsa de ar”. Depois da aterragem, os passageiros foram assistidos pelos serviços médicos do aeroporto Madrid-Barajas e da Proteção Civil de Madrid.

Pelo menos dez passageiros foram transferidos para três hospitais diferentes em Madrid. Um passageiro alertou para a possibilidade de uma das hospedeiras ter sofrido uma luxação na anca.

“O avião teve uma queda que durou entre dez e 15 segundos, e as pessoas voaram para o teto. Toda a gente achou que íamos morrer. Nascemos mais uma vez. Houve pessoas que, por não usarem o cinto de segurança, bateram no teto e sofreram ferimentos”, contou um dos passageiros ao jornal espanhol, acrescentando que “foi algo que parecia uma cena de um filme”.

“Pelo menos dois passageiros eram médicos e assistiram os outros passageiros, vários dos quais com ataques de pânico. O comandante disse-nos que foi consequência da turbulência, mas foi uma sacudidela muito grande. O avião começou a mexer e houve um golpe seco que o derrubou”, relatou a mesma fonte. Segundo a companhia aérea, o voo 838 sofreu uma perda de altitude inesperada, decorrente de uma bolsa de ar, mas os pilotos conseguiram restabelecer o voo.

Outra passageira que estava na parte traseira do avião A330-343 disse que “não chegaram a abrir as máscaras de oxigénio, mas o susto foi muito grande. Acreditei que o avião iria cair”, disse uma jovem que foi assistida pela Proteção Civil.

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