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Angola

Angola reforça hospital de Luanda com dez médicos chineses

Uma equipa de médicos chineses vai chegar a Luanda para reforçar o hospital. O Hospital Geral de Luanda é resultado de uma doação da China. Médicos angolanos vão aprender com nova equipa.

Desde a primeira assinatura, em 2006, 70 especialistas chineses prestaram serviços médicos a cerca de 200 mil angolanos

AMPE ROGÉRIO/LUSA

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  • Agência Lusa
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Uma equipa de médicos chineses chegará nos próximos dias a Angola para prestar cuidados de saúde no Hospital Geral de Luanda até 2021, anunciou o secretário de Estado da Cooperação Internacional e Comunidades Angolanas, Domingos Custódio Lopes. Esta será a quinta equipa chinesa enviada a Angola no âmbito de um protocolo de cooperação celebrado entre os dois países e renovado de dois em dois anos.

Desde a primeira assinatura, em 2006, 70 especialistas chineses prestaram serviços médicos a cerca de 200 mil angolanos, adiantou o embaixador da China em Angola, Gong Tao, após a cerimónia de assinatura do documento.

Esta quinta fase do protocolo prevê o envio para Angola de uma equipa constituída por dez médicos de várias especialidades (clínica geral, cirurgia geral, pediatria, cardiologia, neurologia, ortopedia, acupuntura, entre outras), bem como um cozinheiro e um intérprete. Os encargos salariais e as viagens serão da responsabilidade do governo chinês.

Domingos Custódio Lopes lembrou que o Hospital Geral de Luanda é resultado de uma doação da China e enalteceu a “prontidão” com que a ajuda chinesa tem chegado. “Desde a construção do hospital temos beneficiado de ajuda medicamentosa, de equipamentos médicos e das pessoas que as utilizam, médicos, analistas e outros especialistas”, acrescentou.

Estes médicos vão também capacitar os profissionais angolanos com quem estão a trabalhar, para colmatar “os défices nesta área”, referiu o mesmo responsável.

O embaixador Gong Tao destacou que China e Angola são países “amigos e parceiros estratégicos”, que cooperam “há um longo período em diversas áreas”, entre as quais a saúde. A cooperação bilateral na saúde não se limita ao Hospital Geral de Luanda e a China tem apoiado a formação de médicos, com serviços laboratoriais e o combate à febre amarela, acrescentou o diplomata, realçando o “estreitamento dos laços na área da saúde”.

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