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David Justino escolhe, em primeiro lugar, o aumento da oferta de creches, tendencialmente gratuitas — não tem a certeza se é a medidas mais importante, mas reconhece-lhe “um efeito estruturante maior”. Como segunda prioridade, o coordenador do programa eleitoral do PSD aponta a descida do IVA na eletricidade. E logo de seguida coloca a necessidade de ajustar os escalões intermédios do IRS, que “afetam mais a classe média”, e de baixar o IRC, para “aumentar produtividade, aumentar salários, aumentar investimento.”

Num segundo vídeo mais explicativo, o dirigente social-democrata identifica entraves que impedem as pequenas empresas de crescer, diz como quer alterar a forma como as empresas contribuem para a TSU, retoma a preocupação com os números da emigração e critica os efeitos do “milagre socialista” assente em baixos salários. David Justino assegura ainda que o PSD não quer um TGV — para já — e defende a limitação de mandatos dos deputados.

Nestas entrevistas, o cenário ficou propositadamente vazio para dar espaço a propostas concretas e ajudar a descodificar os programas eleitorais. O Observador desafiou os seis partidos com assento parlamentar a eleger e explicar as propostas mais relevantes que levam a sufrágio no próximo domingo.

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