Autoridades chinesas confirmaram esta terça-feira mais 25 mortes na província de Hubei, elevando o número de mortos para 131, avançou a CNN. A Organização Mundial de Saúde (OMS) vai enviar uma delegação de especialistas para a China para ajudar no combate à epidemia. Cerca de 36 diplomatas norte-americanos e as suas famílias foram já retirados de Wuhan por via aérea, confirmou à CNN um porta-voz do Departamento de Estado.

“Parar a propagação do vírus tanto na China como globalmente é a prioridade da OMS”, afirmou o diretor-geral da OMS num comunicado. “Apreciamos a seriedade com que a China está a tratar este surto, especialmente o compromisso dos líderes, e a transparência que têm demonstrado, incluindo a partilha de dados e da sequência genética do vírus”, acrescentou. Já há mais de 5.300 infetados com o vírus.

Segundo a CNBC, o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, encontrou-se esta terça-feira com o Presidente chinês Xi Jinping, em Beijing, para discutir qual será a melhor forma de conter o vírus.

O ministro da Saúde alemão confirmou esta terça-feira três novos casos de coronavírus, elevando o número de pacientes infetados para quatro. Os novos casos foram descobertos na Baviera e estão “relacionados” com o primeiro caso confirmado, que tinha sido encontrado na segunda-feira.

O anúncio surge horas depois de o diretor-geral de Saúde francês, Jérôme Salomon, ter confirmado mais um caso de coronavírus em França, subindo o número para quatro infetados. Até agora, França e Alemanha são os únicos países da Europa com casos confirmados.

O paciente é um turista chinês idoso vindo da província de Hubei, a mais afetada pela epidemia, e que está hospitalizado em Paris em “condição clínica grave”, disse o diretor-geral de Saúde, citado pelo jornal Libération.

UE ativa Mecanismo Europeu de Proteção Civil e envia dois aviões para recolher franceses

A União Europeia já ativou o Mecanismo Europeu de Proteção Civil devido ao coronavírus, a pedido de França, que pretende repatriar os cidadãos franceses que se encontram em Wuhan, na China. França é, assim, o primeiro Estado-membro a avançar com a medida. Serão transportados, com recurso a dois aviões, cerca de 250 cidadãos franceses e mais de 100 cidadãos da UE de outros países.

“A UE cofinanciará os custos de transporte das aeronaves. O primeiro avião está programado para partir da França amanhã de manhã, enquanto o segundo sairá no final da semana. Os cidadãos da UE presentes na região e que desejam ser repatriados ainda podem solicitá-lo, independentemente da sua nacionalidade”, pode ler-se num comunicado da Comissão Europeia ao qual o Observador teve acesso.

As autoridades de saúde confirmaram também esta terça-feira a existência de dois casos, um na Alemanha e outro no Japão, de doentes com coronavírus que não estiveram na China, tendo sido infetados nos seus países por doentes que estiveram na cidade de Wuhan, onde teve origem o surto. Uma vacina para combater o pode começar a ser testada em menos de 40 dias.

Segundo as autoridades de saúde do Estado da Baviera, na Alemanha, o doente alemão — o primeiro europeu infetado pelo vírus sem ter estado na China — foi hospitalizado esta terça-feira.

O homem tem 33 anos e trabalha para um fornecedor de automóveis na Baviera, tendo sido infetado em janeiro por uma colega que foi da China para a Alemanha para fazer uma formação durante alguns dias, adiantaram as autoridades sanitárias.

A funcionária chinesa esteve entre 19 e 22 de janeiro na Alemanha e, ao regressar ao seu país, “sentiu-se mal”, contou o diretor do Serviço de Saúde da Baviera, Andreas Zapf.

A mulher foi, de imediato, diagnosticada como caso positivo de coronavírus e, entretanto, um dos funcionários da empresa da Baviera que havia participado na formação, apresentou também sintomas de gripe, acabando por ser confirmado como caso positivo de coronavírus.

Até agora nenhum outro caso suspeito foi relatado na Alemanha, mas as autoridades estão a avaliar 40 pessoas que entraram em contacto com os dois funcionários infetados, dentro ou fora da empresa.

Japão retira mais de 200 dos seus cidadãos de Wuhan

Um outro caso de contaminação no próprio solo aconteceu no Japão e diz respeito a um homem de 60 anos.

Segundo o Japan Times, que cita as autoridades japonesas, foram confirmados mais dois casos de coronavírus no Japão esta terça-feira, contabilizando-se, no total, seis pessoas infetadas no país. Um desses novos casos é o de um homem que vive no distrito de Nara e que, apesar de não ter estado no China, é motorista e conduziu autocarros com turistas da cidade de Wuhan duas vezes este mês. Segundo o Ministério da Saúde do Japão, foi hospitalizado no sábado com sintomas de gripe.

Entretanto, aterrou em Tóquio um avião fretado pelo governo japonês com 206 cidadãos nipónicos a bordo. Estavam na região de Wuhan e foram agora repatriados. Vivem em Wuhan mais de 650 japoneses.

Os dados mais atualizados dão conta de 131 mortos e mais de 4.600 pessoas infetadas pelo vírus da China. Segundo a CNN, há 62 casos confirmados de coronavírus em 17 localidades fora da China.

Um primeiro caso confirmado de contaminação com este vírus foi registado na Alemanha esta segunda-feira, o segundo país afetado da Europa, depois de França.

Além do território continental da China, também foram reportados casos de infeção em Macau, Hong Kong, Taiwan, Tailândia, Japão, Coreia do Sul, Estados Unidos, Singapura, Vietname, Nepal, Malásia, França, Alemanha, Austrália e Canadá.

As bolsas asiáticas caíram pelo segundo dia consecutivo, arrastadas pelas preocupações com o impacto económico global do vírus.

Vacina chinesa pode começar a ser testada em menos de 40 dias

A equipa chinesa que trabalha no desenvolvimento de uma vacina para combater o coronavírus de Wuhan disse esta terça-feira que espera poder começar os testes em menos de 40 dias, informou a agência estatal Xinhua.

No projeto da vacina, anunciado há apenas dois dias, participam o Hospital Oriental de Xangai — ligado à Universidade Tongji — e a empresa de biotecnologia da cidade Stemirna Therapeutics.

Li Hangwen, conselheiro delegado da empresa, disse que não serão necessários mais de 40 dias para fabricar as amostras da vacina, que serão então enviadas para realizar os testes nos centros médicos, mas não indicou uma data para a sua chegada ao mercado.

A farmacêutica norte-americana Johnson& Johnson também começou a desenvolver uma vacina, embora os prazos indicados pelo chefe da sua equipa científica, Paul Stoffels, sejam bastante menos otimistas.

Stoffels referiu que poderá ser necessário um ano para o produto chegar ao mercado.

Hong Kong fecha “temporariamente” fronteiras com China

O Governo de Hong Kong vai fechar “temporariamente” quatro fronteiras terrestre e duas fronteiras marítimas com a China, refere a CNN. O encerramento das fronteiras irá começar na próxima quinta-feira, dia 30, e segundo a chefe do Governo de Hong Kong, Carrie Lam, ainda não há data para a reabertura.

Lam acrescentou ainda que todas as ligações ferroviárias com a China continental vão ser cortadas a partir de sexta-feira e as viagens de avião serão reduzidas para metade. Além disto, vão deixar ser passados vistos de turista para a China.

Já esta segunda-feira a Mongólia, que partilha uma longa fronteira com a China, tinha decidido encerrar os pontos de travessia rodoviária com este país para evitar a propagação do novo coronavírus. Também a Coreia do Norte disse estar a reforçar as medidas de quarentena.

Tanto Hong Kong como a Malásia estão a impedir a entrada de visitantes de Hubei e as agências de viagens chinesas foram obrigadas a cancelar todas as excursões em grupo no país.

Surto vai durar meses, dizem especialistas

O surto de coronavírus irá durar, pelo menos, vários meses e serão afetadas, no mínimo, dezenas de milhares de pessoas. A estimativa é feita por especialistas, com base nos dados atualmente disponíveis.

Não é algo que irá acabar na próxima semana ou no próximo mês”, afirmou Alessandro Vespignani, da Universidade de Northeastern, à Agence France-Press (AFP).

David Fisman, professor na Universidade de Toronto e que analisou o vírus, é mais preciso. O docente considera que o surte irá continuar ativo “ao longo da primavera, passando pelo verão e só depois” irá desaparecer.

Vão ser muitas semanas, provavelmente meses, e ninguém sabe onde irá parar“, acrescentou Fisman, referindo que quanto mais se aprende com este vírus, mais ele se assemelha à Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS). “A SARS era controlável, espero que este vírus também seja. Mas só saberemos daqui a umas semanas”,

A AFP refere ainda que vários especialistas fizeram cálculos para determinar o número de pessoas que um doente infetado com coronavírus pode contaminar — apelidado de número básico de reprodução: a média no caso do coronavírus está entre 1.4 e 3.8.

Maimuna Majumder, investigadora na Universidade de Harvard e no Boston Children’s Hospital, refere que o número básico de reprodução da gripe sazonal é de 1.3 enquanto da SARS — que em 2002 fez cerca de 800 mortos — é entre 2 e 5. Já no caso do sarampo, o número de pessoas que um doente infetado pode contaminar varia entre 12 a 18.

Já esta segunda-feira investigadores de Hong Kong avançaram que modelos matemáticos estimam que o número de casos do coronavírus seja superior 40 mil, considerando que os Governos deviam adotar medidas severas para restringir os movimentos populacionais.

“Precisamos preparar-nos para o facto de que esse surto em particular estar a tornar-se numa epidemia global”, disse Gabriel Leung, líder da equipa de investigação da Universidade de Hong Kong (HKU) .

Também esta segunda-feira as autoridades chinesas admitiram que a capacidade de propagação do vírus se reforçou. As pessoas infetadas podem transmitir a doença durante o período de incubação, que demora entre um dia e duas semanas, sem que o vírus seja detetado.

O Governo chinês decidiu prolongar o período de férias do Ano Novo Lunar, que deveria terminar na quinta-feira, para tentar limitar a movimentação da população.

Macau prolonga por dois dias feriados de ano novo para a função pública

O Governo de Macau anunciou esta terça-feira o prolongamento por dois dias “dos feriados do Ano Novo chinês” para a função pública para diminuir o risco de contágio. A secretária para os Assuntos Sociais e Cultura, em conferência de imprensa, afirmou que as creches públicas “vão suspender o serviço a partir de amanhã [quarta-feira]”, remetendo o anúncio da reabertura para data posterior.

A responsável acrescentou que o reinício das aulas vai também ser adiado “mais uma vez”, mas a nova data será anunciada “no início de fevereiro”. Em 24 de janeiro, as autoridades locais tinham adiado o regresso às aulas no ensino não superior de 3 para 10 de fevereiro, enquanto no ensino superior foi adiado para 11 de fevereiro. A secretária apelou às entidades privadas, empresas e creches, para seguirem “as medidas preventivas decretadas pelo Governo” local.

O secretário para a Administração e Justiça indicou que o Governo central chinês suspendeu a emissão de vistos individuais para turistas de todo o país a partir desta terça-feira. André Cheong disse que, para já, está fora de questão o encerramento das fronteiras de Macau com a China.

“As medidas tomadas pelas autoridades de Macau estão a surtir bons efeitos e em relação às fronteiras não temos essa decisão, mas já considerámos outras medidas que serão aplicadas quando necessário”, sublinhou.

Na segunda-feira, as agências de viagens chinesas já tinham deixado de poder vender reservas de hotel e viagens em grupo, na sequência da decisão do Governo chinês de suspender excursões no país e no estrangeiro

Sobre os residentes de Macau atualmente na província chinesa de Hubei ou na capital, Wuhan, centro do surto, Ao Ieong U falou em 25 pessoas. “Estamos em contacto diário, por telefone, e proporcionamos os recursos necessários para ficarem em lugares seguros”, afirmou.

Em contrapartida, nenhuma entrada de residentes de Hubei ou Wuhan foi registada desde as 00h00 de segunda-feira, tendo sido barradas mais de 300 pessoas, disse aos jornalistas Wong Kim Hong, do Corpo de Polícia de Segurança Pública (CPSP).

No domingo, o Governo de Macau tinha imposto a obrigatoriedade de apresentação de uma declaração médica para qualquer residente da província de Hubei, para comprovar que a pessoa não está infetada e para isso deve ter passado 14 dias em isolamento e sob acompanhamento médico, em estabelecimentos oficiais.

A região de Wuhan encontra-se em regime de quarentena, situação que afeta 56 milhões de pessoas.

Alguns países, como Estados Unidos, Japão, França, Alemanha e Portugal, estão a preparar com as autoridades chinesas a retirada dos seus cidadãos de Wuhan, onde também se encontram duas dezenas de portugueses.

O Governo português quer retirar por via aérea os cerca de 20 portugueses que residem na cidade de Wuhan. Num comunicado, a embaixada portuguesa esclareceu esta segunda-feira que iniciou “de imediato todos os passos”, recorrendo a um avião civil fretado que vá buscar portugueses a Wuhan e que os leve diretamente para Portugal.

É este o plano que está a ser equacionado em Lisboa e sobre o qual nós estamos já a pedir as devidas autorizações às autoridades chinesas de Pequim e de Hubei [província chinesa da qual Wuhan é capital]”, lê-se na mesma nota.

Estados Unidos pedem mais “transparência” ao Governo chinês

O secretário da Saúde dos EUA, Alex Azar, pediu ao governo chinês maior “transparência” na gestão da epidemia do novo coronavírus, que já provocou mais de cem mortes na China.

Dissemos à China que mais cooperação e mais transparência são os passos mais importantes a dar para uma resposta eficaz”, disse Alex Azar, durante uma conferência de imprensa em Washington.

O responsável pelo departamento de Saúde norte-americano acrescentou que Pequim ainda não aceitou a chegada de equipas de especialistas dos EUA à China, ignorando um pedido que fora feito pela primeira vez no dia 6 de janeiro.

“Reiterei essa proposta quando falei com o ministro da Saúde chinês, na segunda-feira, repetindo um apelo lançado pela Organização Mundial de Saúde em Pequim”, afirmou Azar.

Há quatro dias, o Presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, tinha elogiado a “transparência da China” a lidar com o caso do coronavírus, usando a sua conta pessoal da rede social Twitter, garantindo que estava em “estreita comunicação” com as autoridades de Pequim.

Portugueses a retirar de Wuhan serão avaliados à chegada a Portugal, reforçou DGS

A diretora-geral da Saúde disse na segunda-feira que as duas dezenas de portugueses a viver em Wuhan “estão saudáveis” e que estão previstos protocolos de saúde para uma eventual retirada desses cidadãos por precaução. Esta terça-feira, Graça Freitas voltou a reforçar que os portugueses a retirar de Wuhan serão avaliados à chegada a Portugal para determinar o risco de exposição ao novo coronavírus e só depois serão tomadas eventuais medidas de isolamento social.

A ministra da Saúde da França, Agnès Buzyn, afirmou esta terça-feira que os franceses que vão ser retirados desta cidade chinesa, epicentro do surto de coronavírus (2019-nCoV), que não apresentarem sintomas serão mantidos num local em confinamento por 14 dias, a duração máxima estimada da incubação da doença, para garantir que não foram infetados pelo vírus.

Questionada pela Lusa sobre se Portugal vai tomar uma medida idêntica, a diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, afirmou que não será tão restritiva: o que habitualmente se faz é a “história epidemiológica clínica” da pessoa. “A primeira coisa que temos que perceber quando chegarem é o risco que têm de poder ter contraído uma infeção. Se o risco for muito pequeno não se tomam medidas”, sublinhou.

Ressalvando que as autoridades portuguesas estão sempre a rever procedimentos em função do risco, a diretora-geral da Saúde lembrou os procedimentos adotados no caso da gripe A com os primeiros casos que vieram do México.

Pedimos às pessoas que vinham assintomáticas, que poderiam ou não estar a incubar o vírus, que fizessem isolamento social voluntário”, ou seja, que ficassem num quarto sozinhas e tivessem o mínimo de contacto com as pessoas.

Mas, ressalvou, “a história inicial é que vai determinar o risco e em função desse risco é que se aconselham medidas” de isolamento social.

Se os portugueses já estiveram nos últimos 14 dias nas suas casas em Wuhan, não tiveram contactos com pessoas ou animais, não estiveram expostos a nada, não têm sintomas, não há nenhum motivo para os colocar em isolamento social”, defendeu Graça Freitas.

Para a responsável da autoridade de saúde portuguesa, são estas “medidas de bom-senso que se devem tomar”.

Lembrou ainda que a pessoa só vai para o hospital se tiver sintomas. Contudo, vincou, as autoridades mantêm contacto com estas pessoas para se assegurem que não têm sintomas. “Até agora, o protocolo português é assim e segue orientações da Organização Mundial da Saúde”, rematou.

Portugal já fez acionar os dispositivos de saúde pública devido ao coronavírus proveniente da China e tem em alerta o Hospital de São João, no Porto, o Curry Cabral e Estefânia, em Lisboa.

Em Portugal foram ativados os protocolos estabelecidos para situações do género, reforçando no Serviço Nacional de Saúde a linha Saúde 24, através do número 800242424, e a linha de apoio médico, para triagem e evitar que em caso de eventual contágio as pessoas não encham os centros de saúde e as urgências dos hospitais.

Alguns países, como Estados Unidos, Japão, França, Alemanha e Portugal, estão a preparar com as autoridades chinesas a retirada dos seus cidadãos de Wuhan, onde também se encontram duas dezenas de portugueses.

Bruxelas disponibiliza mecanismo para repatriamento de cidadãos da UE na China

A Comissão Europeia anunciou, esta terça-feira, que poderá disponibilizar o Mecanismo Europeu de Proteção Civil, usado para catástrofes naturais, para possibilitar o repatriamento de cidadãos da União Europeia (UE) na China, devido à situação de alarme causada pelo novo coronavírus.

O Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças está a discutir com os Estados-membros ações para resposta imediata, incluindo a utilização do Mecanismo Europeu de Proteção Civil, se for solicitado por um dos países”, declarou esta terça-feira o porta-voz da Comissão Europeia para a gestão de crises, Balazs Ujvari.

Falando na conferência de imprensa diária do executivo comunitário, o responsável precisou que, se o Mecanismo Europeu de Proteção Civil for ativado a pedido de um Estado-membro, “poderá ser usado para o repatriamento de cidadãos europeus na China”.

Também através deste instrumento, o centro europeu “poderá disponibilizar […] apoio logístico para o transporte de medicamentos e equipamentos médicos entre os Estados-membros”, bem como “transporte de equipamento especializado destinado ao despiste do vírus”, adiantou Balazs Ujvari.

Até ao momento, de acordo com o porta-voz, o executivo comunitário não recebeu “qualquer pedido” para ativação deste mecanismo, normalmente usado para inundações e incêndios.