A procura por alimentos de origem biológica tem aumentado consideravelmente e, consequentemente, também a oferta é cada vez maior. Reflexo disso é a abertura crescente de novos supermercados biológicos, mas não só: também é possível encontrar estes alimentos nas prateleiras dos supermercados e hipermercados convencionais. E esta é uma boa notícia. Aquilo que comemos (e até a forma como cozinhamos) afeta não só a nossa saúde, mas também a do planeta. Porquê? Simples. A agricultura biológica utiliza métodos que respeitam o meio ambiente. E o que é bom para o planeta é, decididamente, bom para nós.

O que são alimentos biológicos?

Os alimentos de origem biológica não são melhores ou piores para a nossa saúde face aos que são obtidos através da agricultura convencional. A principal diferença está no método de produção. A agricultura biológica distingue-se da convencional por incluir uma série de processos extremamente rigorosos, normalmente mais tradicionais, e por ter uma produção vocacionada para o equilíbrio do ecossistema, promovendo práticas sustentáveis e reforçando a saúde dos solos, da água, das plantas e dos animais. Isto é, há uma harmonia com a natureza no cultivo da fruta e dos legumes, assim como na criação de gado, com adaptação aos timmings que o próprio solo e as estações ditam. Um dos seus valores mais preciosos é, assim, o uso responsável dos recursos naturais, recorrendo a métodos que reduzem a poluição produzida, poupam água, escolhem espécies e variedades de forma consciente, provocam menos erosão dos solos e promovem a sua fertilidade (recorrendo, por exemplo, à rotação de culturas e fertilizantes biológicos), e gastam menos energia. Por não recorrer a pesticidas, a agricultura biológica é mais vantajosa para os pássaros e outros animais que vivam perto dos locais de produção, além de reduzir a poluição das águas subterrâneas (os chamados lençóis freáticos). Na realidade, muitas destas características são partilhadas em toda a produção Gallo; contudo, nesta o controlo é bastante mais exigente.

Azeites portugueses que respeitam a natureza

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A preservação dos recursos naturais do nosso planeta é uma das preocupações da marca portuguesa de azeite Gallo. Para isso, procura em todos os seus produtos oferecer a mais elevada qualidade, recorrendo a processos naturais que não só respeitam o meio ambiente como promovem uma economia mais sustentável.

Nesse sentido, e considerando que a procura de produtos de certificação biológica é uma tendência cada vez mais relevante no mercado português, Gallo lançou dois azeites com certificação biologica: o Bio Sabor Frutado, em 2018, e o Bio Sabor Suave, este ano, para dar mais uma opção de escolha aos consumidores.

O azeite também se quer biológico

Quando pensamos em alimentos que são o centro das atenções na gastronomia portuguesa, um deles é indubitavelmente o azeite, que entra nas sopas e saladas, é usado para temperar o bacalhau e até para molhar o pão. Faz sentido que, quando o objetivo é começar a introduzir mais alimentos biológicos na nossa alimentação, comecemos por aqueles que mais utilizamos no dia a dia. Consciente destes novos hábitos de consumo e tendências, e porque defende a preservação dos recursos naturais, a Gallo lançou em 2018 o seu primeiro azeite biológico, o Gallo Bio Sabor Frutado. Este ano, sabendo que além da qualidade, é importante dar variedade, a marca portuguesa centenária lança o segundo azeite da mesma gama: o Bio Sabor Suave.

Para cozinhar de forma mais sustentável…

Optar pelos alimentos biológicos é uma boa estratégia para tornar os seus pratos mais sustentáveis. Mas há outras dicas que pode colocar em prática na sua cozinha e que requerem apenas alguns ajustes. Ora, tome nota:

1) Acabe com o desperdício alimentar, que representa um terço de todos os alimentos produzidos no mundo. Guarde as sobras das suas refeições no frigorífico ou no congelador para comer mais tarde. Esta é também uma ótima opção de recurso para quando não tem tempo para cozinhar, mas quer fazer uma refeição saborosa e saudável. Pode também aproveitar as cascas dos legumes para fazer um caldo que pode depois ser usado para dar muito mais sabor a outras receitas, ou conservar alimentos em azeite, como tomate seco, queijo de cabra ou até cogumelos.

2) Invista nas leguminosas, como feijão, grão e lentilhas. Sendo um alimento rico em fibra, nutrientes e proteína vegetal, são uma boa forma de substituir a carne no prato.

3) Faça dos vegetais o centro das atenções. Esta é uma das formas mais fáceis de tornar a sua refeição mais sustentável, pois ajuda a diminuir o espaço que seria destinado à carne. Aposte, por exemplo, nas saladas e nos legumes salteados com azeite GalloBio.

4) Baixe o lume do fogão e evite pré-aquecer o forno, a não ser que seja estritamente necessário. Coloque também a tampa nas panelas para atingir a temperatura desejada mais rapidamente. Assim, vai poupar gás e/ou eletricidade.

Saiba mais em https://observador.pt/seccao/gallo-bio/