Não há fome que não dê em fartura e, apenas cinco dias depois do regresso do futebol em Itália, os adeptos estavam já perante a segunda decisão interna da temporada, após o triunfo da Lazio na Supertaça. Todavia, a antecâmara da final da Taça num Olímpico de Roma vazio foi sobretudo marcada por um duelo muito particular entre duas das grandes figuras do renascimento do Nápoles para os grandes momentos: Aurelio De Laurenttis e Maurizio Sarri.

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“Ele irritou-me com a desculpa insípida do dinheiro. Forçou-me a mudar quando ainda tinha contrato de dois anos. Em fevereiro [de 2018] convidou-me para almoçar na Toscana, perto de sua casa, e organizou tudo com a sua esposa. Nunca falou na possibilidade de sair e levou-me até à véspera do último jogo, criando incertezas para o clube”, queixou-se De Laurentiis, numa entrevista ao Corriere dello Sport. “Três temporadas inesquecíveis? Existem outros fatores, no futebol é preciso ter um excelente diretor e um excelente produtor. É natural que o empresário dê indicações e que parte do mérito seja reconhecido, não apenas a falha na derrota”.

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