Mario Draghi foi este sábado empossado como primeiro-ministro de Itália pelo chefe de Estado, Sergio Mattarella, que o encarregou de formar governo após a crise desencadeada no decurso da renúncia ao cargo de Giuseppe Conte em 26 de janeiro.

“Juro ser fiel à República, cumprir com lealdade a Constituição e as leis e exercer minhas funções em prol do interesse exclusivo da nação”, declarou perante Sergio Mattarella no Palácio Romano Quirinale.

Depois de Draghi, ex-presidente do Banco Central Europeu (BCE), vinte e três ministros do seu governo começam a tomar posse, entre os quais reconhecidos técnicos que vão assumir pastas importantes como a Economia, Interior ou Transição Energética.

Draghi disse ter aceitado o convite do Presidente italiano, Sergio Mattarella, para assumir o cargo de primeiro-ministro de Itália, depois de ter garantido o apoio de quase todos os partidos representados no Parlamento.

O economista, de 73 anos, substitui Giuseppe Conte, que renunciou ao cargo depois de o partido Itália Viva, de Matteo Renzi, parceiro da coligação governamental, ter abandonado o Governo, deixando-o sem maioria no Parlamento.

Draghi aceitou, “embora com reservas”, a tarefa de formar um Governo, após a demissão de Conte, nove dias antes, prudência que justificou por pretender constatar, primeiro, que apoios poderia obter para governar.

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