A Câmara do Funchal formalizou esta sexta-feira a entrega de um apoio de 12 mil euros à organização do Festival Aleste, que regressa ao Complexo Balnear da Barreirinha, em junho, depois de ter sido cancelado em 2020 devido à pandemia.

“Conhecemos os piores períodos da história pela voz dos artistas e dos agentes culturais, e são estas pessoas que também temos de acarinhar nestes momentos conturbados, porque será, igualmente, pelos olhos deles que se fará o tão ansiado regresso à normalidade”, declarou o presidente da autarquia, Miguel Gouveia.

O autarca falava na cerimónia de assinatura do protocolo que formaliza a concessão do apoio à organização do Aleste, um festival de praia com cartaz de música alternativa, representada por Diogo Freitas e Fábio Remesso, no salão nobre dos Paços do Concelho.

“Mesmo perante a realidade contextual e conjuntural que vivemos, o Funchal conseguiu colocar diversas manifestações artísticas no terreno, tornando-se uma referência a nível nacional na forma como tem conseguido promover a cultura”, afirmou o autarca, da coligação Confiança (PS/BE/PDR/Nós, Cidadãos!).

PUB • CONTINUE A LER A SEGUIR

Miguel Gouveia explicou que a edição deste ano do Aleste estará mais voltada para a vertente gastronómica e terá um restaurante ‘pop-up’, liderado pelo ‘chef’ Bernardo Agrela, que ficará responsável por criar um menu específico de homenagem à Madeira, em simbiose com momentos musicais.

“Aliando a gastronomia, a musicalidade, e os sentimentos que o Aleste tem trazido à cidade, estão reunidas todas as condições para termos um evento inesquecível num ano onde estamos todos desejosos por deixar a pandemia como uma má memória e voltarmos a recuperar as emoções de estarmos próximos uns dos outros”, disse o autarca.

Miguel Gouveia destacou, ainda, o facto de a organização ter procurado, “com muito empenho”, manter vivo um festival que já é uma “marca da cidade do Funchal” e que tem sido um sucesso pelo seu “caráter diferenciador”.