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Internamentos continuam a subir. Cuidados intensivos em máximos de 18 de maio

Este artigo tem mais de 6 meses

Desde o dia 5 de maio que não havia tantas pessoas internadas nos hospitais, com o número de doentes em UCI também a aumentar. Esta foi a pior terça-feira de novos casos desde 13 de abril.

Uma enfermeira cuida de um paciente hospitalizado na Unidade de Cuidados Intensivos Covid 19 do Hospital Santa Maria em Lisboa, 27 de outubro de 2020. A urgência dedicada aos casos suspeitos de covid-19 do Hospital Santa Maria, em Lisboa, reflete a evolução da pandemia em Portugal com doentes a avolumarem-se à porta para realizar o teste e no interior a capacidade quase esgotada. O medo de perder o emprego leva muitos doentes com covid-19 a esconderem que estão infetados e a continuar a trabalhar, disseminando a doença que, nesta fase, começa a ser um caso também social e que leva a muitos internamentos no Santa Maria. (ACOMPANHA TEXTO DA LUSA DE 30 DE OUTUBRO DE 2020) TIAGO PETINGA/LUSA
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O número de doentes internados com Covid-19 nos hospitais portugueses aumentou para 296

TIAGO PETINGA/LUSA

O número de doentes internados com Covid-19 nos hospitais portugueses aumentou para 296

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Nas últimas 24 horas foram registados 598 novos casos de Covid-19 em Portugal, segundo a informação divulgada pela Direção-Geral de Saúde (DGS). Morreu mais uma pessoa no país na sequência do novo coronavírus. Apesar do aumento de novas infeções — são mais 210 do que na última segunda-feira —, mais assinalável é o aumento que se continua a verificar ao nível dos internamentos.

O número de doentes internados com Covid-19 nos hospitais portugueses aumentou para 296 (são mais 5 face ao dia anterior). De domingo para segunda-feira houve um crescimento significativo de internamentos: de 265 para 291, então levando o total de camas ocupadas com doentes Covid para o valor mais elevado desde 5 de maio (297). Nas unidades de cuidados intensivos estão agora 66 pessoas, o que corresponde a máximos do dia 18 de maio, quando também 66 doentes estavam internados.

O número de novos casos (598) contrasta com o de ontem: 388. Há precisamente uma semana, no dia 1 de junho, contavam-se 445 casos. A 25 de maio, duas semanas antes, eram 375. Feitas as contas, esta é a pior terça-feira desde o dia 13 de abril, altura em que se registaram 408 novas infeções.

Única vítima mortal abaixo dos 70 anos

Os dados da DGS assinalam, também, uma morte cuja causa foi atribuída à infeção pelo novo coronavírus, o que compara com os 2 óbitos verificados na última segunda-feira. O último dia sem mortes foi a 4 de junho e, antes disso, a 1 do mesmo mês. São agora 17.037 os óbitos por Covid-19 confirmados desde o início da pandemia.

A vítima mortal, à semelhança do que aconteceu esta segunda-feira, diz respeito a uma faixa etária abaixo dos 70 anos: trata-se de um homem entre os 60 e os 69 anos. A única morte do último dia ocorreu em Lisboa e Vale do Tejo.

Lisboa e Vale do Tejo com 58% das novas infeções

No que toca à distribuição geográfica dos novos casos, destaca-se a região de Lisboa e Vale do Tejo com 348 dos 598 casos, o que diz respeito a 58% das novas infeções. Segue-se o Norte do país, com 129 infeções (22%). A restante distribuição geográfica fica assim completa: Centro com 60 infeções; Alentejo com 20 casos; Algarve com 18 infeções; Açores com 14 casos e Madeira com 9 casos.

Tanto a taxa de incidência como o R(T) são apenas atualizados às segundas, quartas e sextas. Não havendo, por isso, nova informação sobre estes indicadores.

Ainda de acordo com o boletim divulgado esta terça-feira pela Direção-Geral da Saúde, contam-se menos 193 casos ativos (de um total de 23.631). Mais 790 pessoas foram consideradas recuperadas da infeção pelo novo coronavírus, de um total de 812.964, e há mais 341 contactos em vigilância (ao todo são 26.692).

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