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Não foi propriamente um grande resultado, permitiu até que Aleix Espargaró subisse à sétima posição do Mundial com Brad Binder mais distanciado em sexto, mas o regresso aos pontos no último Grande Prémio de Aragão teve o condão de apontar Miguel Oliveira a uma ponta final de temporada melhor depois de três provas seguidas a desistir ou a acabar no 16.º posto. Seguia-se São Marino, com essa importância de fazer um fim de semana que confirmasse os indicadores positivos não só para regressar aos pontos mas para ir mostrando uma aproximação aos pilotos da frente. No entanto, o início não foi nada fácil.

Apesar do sexto lugar na segunda sessão de treinos livres feita com pista molhada, o português da KTM não tinha ido além do 22.º tempo na primeira sessão de FP, sendo que na manhã deste sábado voltou a não passar desse mesmo registo, seguindo para a Q1 com as Ducati de Pecco Bagnaia e Jack Miller e a Yamaha do líder Fabio Quartararo a serem as motos mais rápidas no traçado de Misano que homenageia no nome a memória de Marco Simoncelli. Em vez de se aproximar, Oliveira voltava a andar mais distante.

“Hoje [sexta-feira] foi uma boa sessão à tarde. De manhã tivemos dificuldades com o pneu da frente. Queríamos testar algumas coisas em seco à tarde, não deu mas tivemos um bom ritmo. Abaixamento de forma? Houve uma série de pequenos fatores, acredito que são pequenos fatores que não estão ligados. Não gosto de conspirações. Não quero ir mais fundo nem ter um entendimento diferente. Pela lesão no pulso? Não, não acho que seja por isso”, comentara esta sexta-feira, dizendo que era indiferente encontrar este sábado condições de pista seca ou molhada. “Acho que qualquer tipo de piso é bom. Não tenho preferências. A nossa função é estarmos preparados para ambas as condições”, assegurou.

A quarta sessão não trouxe melhorias evidentes, com Miguel Oliveira a fazer o 19.º melhor registo, e a Q1 chegava com o português a tentar apenas minimizar danos para a qualificação possível, de preferência com um tempo que baixasse do 1.33 para apontar a uma prova este domingo que permitisse voltar aos pontos. A meio, Oliveira ocupava o décimo posto com Bastianini e Morbidelli em posição de Q2 e o português a cerca de meio segundo do tempo do italiano da Ducati, descendo ainda mais uma posição para sair para este Grande Prémio de São Marino no 21.º posto da penúltima linha da grelha de partida.

Em atualização

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