A TAP e a SRS Legal vão deixar de colaborar a partir de 31 de maio, noticia a RTP e confirma o escritório de advogados de Pedro Rebelo de Sousa.
As duas entidades estão ligada por um contrato de prestação de serviços para assessoria jurídica e foram os advogados da SRS Legal quem delinearam a estratégia legal que levou ao pagamento de cerca de 500 mil euros à ex-administradora Alexandra Reis.
Esta sexta-feira foi noticiado que o projeto de parecer da Inspeção Geral das Finanças (IGF) sobre a legalidade da indemnização atribuída à ex-secretária de Estado do Tesouro terá considerado haver fortes irregularidades no processo.
A TAP não faz comentários sobre o final da relação com o escritório SRS Legal, não havendo assim confirmação da relação entre as conclusões da IGF e a rescição do contrato.
“A SRS Legal confirma que a assessoria jurídica à TAP – iniciada em outubro de 2020 para o processo de reestruturação da empresa – cessará a 31 de maio de 2023”, confirmou o escritório de advogados à RTP.