“As condições clínicas do Papa Francisco continuam críticas, mas estáveis”, pode ler-se no boletim clínico do Vaticano citado pelo La Stampa. A mesma nota refere que “não ocorreram episódios respiratórios agudos e os parâmetros hemodinâmicos continuam estáveis”.
Na anterior atualização, o Vaticano tinha referido que o chefe da Igreja Católica “descansou bem a noite toda“. Na noite de segunda-feira, um novo boletim médico indicava que o “estado clínico do Santo Padre, “embora crítico”, apresentava uma “leve melhoria”.
Indicava-se também que a insuficiência renal diagnosticada a Francisco durante o internamento “não é preocupante”. Na segunda-feira de manhã, a informação era de que o chefe da Igreja Católica tinha passado bem a noite: “Dormiu e está a descansar.”
Um membro do Vaticano que pediu anonimato já tinha afirmado à Reuters que o Papa está a comer normalmente e que consegue levantar-se e caminhar no quarto onde está internado. Voltou também a cumprir a sua agenda laboral durante a tarde e ,ao cair da noite de segunda-feira, telefonou ao padre da paróquia de Gaza para “exprimir a sua proximidade paternal”.
No sábado, a saúde do Papa Francisco piorou, sendo revelado que estava em “estado crítico” e com “prognóstico reservado”, revelou o Vaticano num comunicado que deixou milhões de fiéis, por todo o mundo, preocupados.
[No podcast “Somos Todos Malucos“, António Raminhos fala sobre os nossos medos, ansiedades e superações em conversas descomplicadas e divertidas em torno da saúde mental. Ouça aqui o novo episódio, que também está disponível na Apple Podcasts e no Spotify]
Francisco foi hospitalizado a 14 de fevereiro, inicialmente devido a uma bronquite, mas a Santa Sé revelou na terça-feira passada que tinha desenvolvido pneumonia nos dois pulmões, uma infeção potencialmente fatal do tecido pulmonar.
[Notícia atualizada às 18h30 com um novo boletim clínico do Vaticano]