1243,9kWh poupados 1243,9 kWh poupados com a
i

A opção Dark Mode permite-lhe poupar até 30% de bateria.

Reduza a sua pegada ecológica.
Saiba mais

Médio Oriente. Portugal condena ataque israelita "inqualificável" a hospital em Gaza

Este artigo tem mais de 1 ano

O Ministério dos Negócios Estrangeiros sublinha a urgência de um cessar-fogo que "não pode ser mais adiado". Vários países já se manifestaram, condenando os ataques israelitas.

epa12321408 People pray in front of the bodies of Palestinians killed in an Israeli airstrike at Nasser Hospital in Khan Younis, southern Gaza Strip, 25 August 2025. According to the Palestinian Health Ministry, the airstrike hit the fourth floor of the Nasser Medical Complex, followed by a second attack upon the arrival of ambulance crews to retrieve the injured and the dead, leaving at least 20 killed, including 5 journalists.  EPA/HAITHAM IMAD
i

▲Em causa está o bombardeamento israelita ao hospital Nasser, esta manhã, na Faixa de Gaza, que provocou a morte de cinco jornalistas

HAITHAM IMAD/EPA

▲Em causa está o bombardeamento israelita ao hospital Nasser, esta manhã, na Faixa de Gaza, que provocou a morte de cinco jornalistas

HAITHAM IMAD/EPA

Acompanhe o nosso liveblog sobre o conflito no Médio Oriente

O Governo português condenou esta segunda-feira o ataque israelita contra o hospital Nasser, em Gaza, considerando-o “inqualificável”, e lembrou que os jornalistas, os civis e os profissionais de saúde “devem ser protegidos incondicionalmente”.

“O ataque israelita ao Hospital Nasser em Gaza é inqualificável. Os jornalistas, os civis e os profissionais de saúde devem ser protegidos incondicionalmente”, destacou o Ministério dos Negócios Estrangeiros, numa publicação na rede social X.

O ministério liderado por Paulo Rangel vincou ainda, na mesma nota, que “o cessar fogo é um imperativo da mais elementar humanidade e não pode mais ser adiado”.

Vários países condenaram esta segunda-feira o ataque israelita ao hospital Nasser, em Khan Yunis, no sul da Faixa de Gaza, que matou pelo menos 20 pessoas, incluindo cinco jornalistas.

Israel bombardeou o hospital Nasser, esta manhã e, quando jornalistas e socorristas chegaram ao local para ajudar as vítimas e documentar o que aconteceu, voltou a bombardeá-lo, segundo o Ministério da Saúde de Gaza, numa técnica conhecida como “golpe duplo”.

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, definiu o ataque como “um trágico acidente”.

Ainda esta segunda-feira, um sexto jornalista, Hasan Douhan, do jornal diário palestiniano Al Hayat, foi morto a tiro em Al Mawasi, no sul de Gaza.

Com a morte de Douhan, o número total de repórteres e influenciadores digitais mortos na ofensiva israelita sobe para 246, tornando a guerra em Gaza uma das mais mortais para a imprensa na história.

Israel tem em curso uma ofensiva militar na Faixa de Gaza desde que sofreu um ataque do Hamas a 7 de outubro de 2023, que causou cerca de 1.200 mortos e 250 reféns.

De acordo com dados divulgados pelas autoridades do enclave palestiniano, a ofensiva lançada por Israel em Gaza já fez cerca de 62.700 mortos.

Ofereça este artigo a um amigo

Enquanto assinante, tem para partilhar este mês.

A enviar artigo...

Artigo oferecido com sucesso

Ainda tem para partilhar este mês.

O seu amigo vai receber, nos próximos minutos, um e-mail com uma ligação para ler este artigo gratuitamente.

O seu plano não inclui a oferta de artigos

Para poder oferecer artigos aos seus amigos, faça upgrade para um plano de subscrição superior.

Ofereça até artigos por mês ao ser assinante do Observador

Partilhe os seus artigos preferidos com os seus amigos.
Quem recebe só precisa de iniciar a sessão na conta Observador e poderá ler o artigo, mesmo que não seja assinante.

Este artigo foi-lhe oferecido pelo nosso assinante . Assine o Observador hoje, e tenha acesso ilimitado a todo o nosso conteúdo. Veja aqui as suas opções.

Atingiu o limite de artigos que pode oferecer

Já ofereceu artigos este mês.
A partir de 1 de poderá oferecer mais artigos aos seus amigos.

Aconteceu um erro

Por favor tente mais tarde.

Atenção

Para ler este artigo grátis, registe-se gratuitamente no Observador com o mesmo email com o qual recebeu esta oferta.

Caso já tenha uma conta, faça login aqui.