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"Ataques russos a Kiev mostram que não se pode ser ingénuo com Moscovo", diz secretário-geral da NATO, Mark Rutte

Este artigo tem mais de 1 ano

Secretário-geral da NATO, Mark Rutte, salienta que é necessário garantir que a Ucrânia tem o que precisa para se defender e "garantir uma paz duradoura", após ataque que vitimizou vários civis.

epa12329070 A view of the site of a Russian strike near a nine-storey residential building in Kyiv, Ukraine, 28 August 2025, amid the ongoing Russian invasion.. At least 14 people were killed, including 3 children, and 38 were injured in Kyiv, as Russia launched an overnight attack over Ukraine with 598 drones and 31 missiles, according to the State Emergency Service.  EPA/SERGEY DOLZHENKO
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▲Pelo menos 19 pessoas morreram e quase 50 ficaram feridas nos ataques russos que visaram na madrugada desta quinta-feira a capital da Ucrânia, de acordo com as autoridades ucranianas

SERGEY DOLZHENKO/EPA

▲Pelo menos 19 pessoas morreram e quase 50 ficaram feridas nos ataques russos que visaram na madrugada desta quinta-feira a capital da Ucrânia, de acordo com as autoridades ucranianas

SERGEY DOLZHENKO/EPA

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O secretário-geral da NATO, Mark Rutte, considerou que os ataques russos a Kiev, na madrugada desta quinta-feira, mostram “mais uma vez” que não se pode ser “ingénuo em relação à Rússia”.

“Os ataques terríveis da noite passada em Kiev, que mataram tantos civis inocentes, mostram mais uma vez que não podemos ser ingénuos em relação à Rússia”, disse o secretário-geral da Aliança Atlântica, através da rede social X.

“Devemos garantir que a Ucrânia tem o que precisa para se defender e garantir uma paz duradoura”, salientou.

Pelo menos 19 pessoas morreram e quase 50 ficaram feridas nos ataques russos que visaram na madrugada desta quinta-feira a capital da Ucrânia, de acordo com as autoridades ucranianas.

Os ataques, que envolveram mísseis e drones, danificaram cerca de uma centena de edifícios, incluindo as instalações da embaixada da União Europeia (UE) e da organização cultural britânica British Council.

União Europeia, ONU e vários países ocidentais, incluindo Portugal, condenaram os bombardeamentos.

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