Segundo o relatório “Transporte Sustentável, Desenvolvimento Sustentável”, lançado pela ONU em 2021, o setor do transporte foi responsável, só em 2020, por 24% das emissões diretas de CO2, resultantes da queima de combustíveis no mundo, representando, ainda, 57% da procura global de petróleo e 28% do consumo total de energia.
Já para 2025, a International Council on Clean Transportation estima que as emissões de CO2 no transporte rodoviário da União Europeia atingirão um novo pico, com aproximadamente 800 milhões de toneladas de gases emitidos. Aqui a eletrificação de veículos, segundo as Nações Unidas, poderá reduzir em 2 toneladas de CO2, por viatura por ano fazendo a diferença no panorama futuro.
Ainda que os números sejam preocupantes, a verdade é que o setor da mobilidade desempenha um importante papel na sociedade, na economia, na conectividade. Precisamos do transporte para nos aproximarmos das nossas pessoas, dos nossos trabalhos, dos nossos objetivos, dos nossos destinos. Contudo, como é que esta mobilidade se pode tornar mais circular?
A circularidade na mobilidade vai muito para além da redução de emissões. Ela pressupõe uma ação: repensar. Repensar a forma como encaramos essa mesma mobilidade, como olhamos para o ciclo de vida dos veículos e sistemas de transportes, desde a produção até ao reaproveitamento e reciclagem de recursos. É preciso pensar em soluções mais amigas do ambiente, do planeta e das metas que nos propomos alcançar. A transição para uma economia mais sustentável pressupõe uma mudança de mentalidade na forma como consumimos e usufruímos de determinados bens. No setor automóvel, esta transformação pode acontecer de duas formas: através da circularidade, apoiada por veículos com garantia, por exemplo; e através do desenvolvimento e aposta em produtos com menor impacto ambiental, ao longo de todo o ciclo de vida desses mesmos veículos.
Novo é melhor? Nem sempre
Quantas vezes se deparou com a ideia de que o “novo” é que é bom? Que comprar uma coisa nunca utilizada é preferível a apostar numa outra com um pouco mais de vida? A verdade é que, nos dias de hoje, conseguimos perceber o quanto esta expressão não se aplica à extensão da vida útil de um automóvel.
Optar por um carro usado pode ser tão estratégico como a sua substituição por um modelo novo ou mais moderno. Para além do valor económico e ambiental, há a importante questão da redução do desperdício – a circularidade evita que veículos sejam descartados de forma prematura, há uma desaceleração no fabrico de mais viaturas, existe uma reutilização de peças, uma menor pressão sobre os aterros e uma segunda vida que, graças à certificação e à garantia, gera segurança para o cliente que escolhe esta opção. Um carro recondicionado com garantia deixa de ser visto como um risco e transforma-se numa escolha prática, económica e sustentável. Uma junção fundamental para um futuro que se quer mais amigo do ambiente.
Infografia | Sara Portugal
Soluções amigas do ambiente são melhores? Sempre
De acordo com a Comissão Europeia, “Os transportes são responsáveis por cerca de 5% do PIB da UE e empregam mais de dez milhões de pessoas na Europa, o que significa que o sistema de transportes é fundamental para as empresas europeias e para as cadeias de abastecimento mundiais”. Em paralelo, representam alguns custos para a sociedade, como emissões de gases com efeito de estufa, ruído, poluentes atmosféricos. Neste sentido, torna-se fundamental reavaliar a forma como fazemos uso destes mesmos transportes, dando atenção a alternativas ou soluções mais verdes e sustentáveis.
Valorizar viaturas que na sua produção utilizem materiais sustentáveis como os bioplásticos, os alumínios reciclados, os tecidos reciclados ou de origem vegetal com tecnologias que permitam consumos mais eficientes; e produtos concebidos a pensar na circularidade, como é o caso dos veículos projetados, desde o início, para uma fácil desmontagem, reciclagem e reutilização de peças, pode fazer a diferença.
No fundo, a circularidade, as viaturas eletrificadas e a produção amiga do ambiente são diferentes vias de um mesmo caminho. Ao mesmo tempo que cada vez mais é incentivada a compra e o uso de veículos elétricos, produzidos com maiores preocupações de impacto ambiental e social, o mercado dos carros recondicionados, certificados e com garantia, também se fortalece.
O futuro da mobilidade depende menos da substituição total do antigo pelo novo. É mais sobre prolongar a vida útil dos bens já existentes. Carros com garantia, quando inseridos num ecossistema circular, transformam-se num meio para atingir um fim: uma mobilidade mais sustentável, mais eficiente e acessível. Se está focado no futuro e apostar num carro com garantia pode ser uma opção, pisque o olho à sustentabilidade. No Pisca Pisca, opções não faltam para satisfazer os seus gostos e necessidades, sempre com a certeza de que estará a fazer uma escolha com qualidade certificada.
Eleito em 2025 como Escolha do Consumidor e Escolha dos Profissionais, na categoria de Crédito Automóvel – prémio atribuído pela Consumer Choice -, o Banco Credibom destaca-se pelo trabalho que tem desenvolvido, ao longo dos anos, junto de todos os clientes que procuram os seus serviços. Uma das suas prioridades é acompanhar os consumidores na transição para viaturas com níveis de emissões mais reduzidas, encontrando soluções que suportem os seus clientes na mudança para meios de transporte que utilizem energia produzida com base em fontes renováveis e que ao mesmo tempo tragam benefícios do ponto de vista económico.
De olhos postos na sustentabilidade, queremos beneficiar escolhas que nos tragam um Planeta mais resiliente. Se está a ponderar pedir um crédito para um carro, saiba que a escolha por um automóvel eletrificado lhe poderá valer condições especiais. Porque o Credibom acredita que lutar por um futuro melhor trará sempre frutos. Repense também a sua mobilidade, torne-a menos poluente e mais circular!