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Empresário português raptado em Maputo em outubro foi libertado

Este artigo tem mais de 6 meses

Francisco José Casquinha Cêra foi libertado esta terça-feira depois de cinco meses em cativeiro, avança a RTP. Estará com a saúde fragilizada e a recuperar junto da família.

Entrada para as instalações da Mozal, em Maputo, Moçambique, 26 de fevereiro de 2026. Nas empresas do Parque Industrial de Beluluane, o maior de Moçambique, fazem-se contas à vida, já que cerca de 40% das indústrias ainda prestam serviços à Mozal, a maior fundição de África e que suspende a atividade em 15 de março. (ACOMPANHA TEXTO DA LUSA DO DIA 02 DE MARÇO DE 2026). LINA CEBOLA/LUSA
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Francisco José Casquinha Cêra, de 69 anos, raptado no dia 7 de outubro de 2025, na cidade de Maputo

LINA CEBOLA/LUSA

Francisco José Casquinha Cêra, de 69 anos, raptado no dia 7 de outubro de 2025, na cidade de Maputo

LINA CEBOLA/LUSA

Foi libertado o empresário português que tinha sido raptado em outubro em Maputo, Moçambique, avançou a RTP.

Segundo a estação pública de televisão, Francisco José Casquinha Cêra foi libertado esta terça-feira depois de cinco meses em cativeiro, “está com a saúde fragilizada e encontra-se a recuperar junto da família”.

A 7 de outubro, o empresário de 70 anos, que também tem nacionalidade moçambicana, foi interpelado na avenida Zedequias Manganhela, em Maputo, em frente ao seu estabelecimento comercial, por seis homens munidos com armas de fogo do tipo AKM e pistolas, tendo sido conduzido à força para uma viatura sem matrícula. Em novembro, a polícia moçambicana deteve dois homens suspeitos de envolvimento no rapto.

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