O Ministério Público (MP) deduziu acusação contra 19 suspeitos de integrarem um grupo criminoso que se passava por polícias para, com ameaça de armas de fogo e violência, praticar roubos no interior de residências na zona da Grande Lisboa.

Segundo a página da Procuradoria-Geral da República (PGR) na Internet, a acusação agora conhecida foi proferida na passada sexta-feira e os arguidos estão acusados de 11 crimes de roubo agravado, oito de detenção de arma proibida e de tráfico de estupefacientes de menor gravidade.

A acusação resultou de uma investigação da Polícia Judiciária (PJ) relativa à atuação de um grupo organizado que se “dedicava à prática de roubos no interior de residências, fazendo-se passar por agentes policiais e com recurso a armas de fogo, violência física e intimidação”, adianta o Ministério Público (MP).

Segundo a PGR, seis dos arguidos estão em prisão preventiva e três sujeitos à medida de coação de obrigação de permanência na habitação (prisão domiciliária), cuja manutenção foi requerida pelo MP.

O inquérito foi dirigido pela 1.ª secção do Departamento de Investigação e Ação Penal Regional de Lisboa, sendo o Ministério Público coadjuvado pela Unidade Nacional de Contraterrorismo da PJ.