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Von der Leyen: Rússia ataca civis por estar "a perder a guerra" na Ucrânia

"A Rússia está a perder a guerra que começou. E está a retaliar ao atacar civis". Ursula Von der Leyen adiantou ainda que está a trabalhar para "apoiar as capacidades antibalísticas da Ucrânia".

Ursula Von der Leyen
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▲Pelo menos 15 pessoas morreram e 40 ficaram feridas nos ataques com mísseis russos a Kiev esta madrugada

ADAM WARZAWA/EPA

▲Pelo menos 15 pessoas morreram e 40 ficaram feridas nos ataques com mísseis russos a Kiev esta madrugada

ADAM WARZAWA/EPA

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A presidente da Comissão Europeia considerou esta quinta-feira que a Rússia está a atacar civis porque “está a perder a guerra que começou” e adiantou estar a coordenar com os Estados-membros o reforço das capacidades antibalísticas ucranianas.

“A Rússia está a perder a guerra que começou. E está a retaliar ao atacar civis e infraestruturas civis”, afirmou Ursula von der Leyen numa publicação divulgada nas redes sociais.

https://twitter.com/vonderleyen/status/2090366751473102856?s=20

A responsável adiantou que está a trabalhar com os Estados-membros da UE e parceiros para “apoiar as capacidades antibalísticas da Ucrânia”.

“Para que a Ucrânia disponha dos meios necessários para evitar a perda de vidas humanas. Essa é a principal prioridade”, defendeu Von der Leyen.

Pelo menos 15 pessoas morreram e 40 ficaram feridas nos ataques com mísseis russos a Kiev esta madrugada, de acordo com o Serviço de Emergência da Ucrânia.

O alerta de ataque aéreo permaneceu ativo até às primeiras horas da manhã, com ataques a atingirem 12 locais nos distritos de Darnytskyi, Sviatoshynskyi e Solomianskyi, em Kiev, danificando edifícios residenciais, uma instalação médica e uma instituição de ensino. As equipas de emergência deslocaram-se para o local e retiraram várias pessoas dos escombros.

No distrito de Solomianskyi, os dois últimos andares de um prédio residencial de nove pisos foram destruídos e deflagraram incêndios noutros andares. Pessoas ficaram também presas em dois edifícios residenciais e num abrigo escolar.

A Rússia intensificou os ataques com mísseis balísticos contra a capital para esgotar as reservas de defesa aérea de Kiev.

A cidade dispõe de sistemas limitados capazes de intercetar ameaças balísticas, enquanto o fornecimento de mísseis para os sistemas de defesa aérea Patriot, de fabrico norte-americano, permanece limitado.

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