Os partidos concentram esta sexta-feira na capital de São Tomé e Príncipe comícios e passeatas naquele que é o último dia da campanha para as eleições legislativas, locais e regionais de domingo.

A Ação Democrática Independente (ADI) e o Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe (MLSTP), os dois partidos favoritos à vitória nas legislativas, têm comícios previstos para o distrito de Água Grande, o mais populoso do país, onde se situa a capital, São Tomé.

O Movimento Basta vai realizar uma passeata, também por Água Grande. A coligação Movimento de Cidadãos Independentes/Partido de Unidade Nacional (MCI-PUN) não divulgou qualquer ação de campanha.

Às eleições legislativas, autárquicas e regionais de 27 de setembro em São Tomé e Príncipe concorrem quatro partidos com assento parlamentar: Ação Democrática Independente (ADI); Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe (MLSTP); a coligação Movimento de Cidadãos Independentes/Partido de Unidade Nacional (MCI-PUN); e o Movimento Basta.

[Dois meses após o desaparecimento, e já depois de o genro, Raymond Quendoz, lhes ter anunciado que ia divorciar-se dela, os Silva Pais recebem finalmente notícias da filha. Annie está bem. Recusa dar detalhes sobre o seu paradeiro mas há cada vez mais evidências de que fugiu do marido para se juntar à revolução cubana. E, se isso aconteceu, uma coisa é certa: Annie tem de ter tido a ajuda e o aval do próprio Fidel Castro. Resta apenas saber porquê. Já pode ouvir o segundo episódio de “Os Escândalos de uma Revolucionária”, o novo Podcast Plus do Observador. Está disponível no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube.]

Outros três partidos sem assento parlamentar vão a votos: o Partido de Convergência Democrática (PCD), o Movimento Democrático Força da Mudança (MDFM) e o recém-criado Movimento Político Nossa Terra.

Para as legislativas estão em disputa 55 assentos da Assembleia Nacional e estão inscritos mais de 146 mil eleitores, um aumento de quase quatro mil em relação às eleições presidenciais de 19 de julho, quando foi reeleito Carlos Vila Nova, à primeira volta.