Um residente da cidade russa de São Petersburgo apresentou uma ação em tribunal para anular a sua própria certidão de óbito, que foi emitida erroneamente em dezembro de 2024, e restituir os seus direitos civis.
“Oleg pede ao tribunal que corrija a situação atual e o ‘ressuscite'”, refere uma nota do serviço de imprensa dos tribunais de São Petersburgo, citada pelo jornal russo Kommersant.
Em novembro de 2024, foi encontrado um cadáver de um homem num apartamento em São Petersburgo, identificado através de uma certidão militar como Oleg, referem os autos do processo. No entanto, tratava-se do cadáver do irmão, que tinha estado a receber tratamento no hospital Skvortsov-Stepanov, em São Petersburgo, e que tinha recebido alta, segundo o jornal russo OSN.
O homem, que trabalha como varredor de rua, teve conhecimento do caso através do seu filho “que teve acesso aos relatórios policiais sobre a descoberta do corpo”. Oleg mantém o seu passaporte, mas o registo de óbito impede o homem de “exercer plenamente os seus direitos eleitorais, de reforma, de saúde, laborais e patrimoniais”, assim como de usar o passaporte como documento de identificação e de realizar transações financeiras.
[Duarte Lima admite ter estado com Rosalina Ribeiro na noite em que a herdeira milionária desapareceu mas nega ter sido a última pessoa a vê-la com vida. Conta que, depois da reunião que tiveram, no Rio de Janeiro, levou a cliente até Maricá, para um encontro com uma mulher chamada Gisele. É uma versão que não bate certo com as primeiras provas recolhidas pelas autoridades brasileiras. Enquanto Duarte Lima se torna, para a polícia, o principal suspeito do homicídio, perde força a outra linha de investigação. Olímpia Feteira era inimiga assumida da antiga companheira do pai mas garante que nunca desejou a morte dela. E, ao contrário de Duarte Lima, disponibiliza-se para prestar todas as informações necessárias à polícia brasileira. Já pode ouvir o segundo episódio de “As Sombras de Duarte Lima”, o novo Podcast Plus do Observador. Está disponível no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube.]