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Ben Morris pode não ter levado para casa o Óscar de Melhores Efeitos Visuais, pelo trabalho que fez no filme “Guerra das Estrelas: Os Últimos Jedi”, ao contrário do que aconteceu em 2008, quando ganhou o galardão pelo filme “A Bússola Dourada”. Mas isso não o preocupa. Depois de ter trabalhado n'”O Despertar da Força”, também da saga de ficção científica, cumpre um sonho que tinha desde criança,  quando disse aos pais: “Quero fazer filmes da Guerra da Estrelas”.

[Ben Morris a aceitar o Óscar de Melhores Efeitos Visuais com Michael L. Fink, Bill Westenhofer  e Trevor Wood pelo filme “A Bússola Dourada”, em 2008]

A carreira do especialista em efeitos visuais tem o reconhecimento de um Óscar e de um Bafta (entre outros). Pode não conhecer o nome, mas muito provavelmente já viu parte do seu trabalho, em filmes como “Gladiador”, “Tróia”, “Lincoln”, na saga de Harry Potter e, mais recentemente, no “A Guerra das Estrelas: Os Últimos Jedi”. Ben Morris também é o fundador da Industrial Light & Magic (ILM) Londres, um dos principais estúdios de efeitos visuais do mundo. “Crescemos de uma equipa de três pessoas para quase 500”, contou ao Observador.

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