O início

Aos 17 anos aparece um miúdo alto, magrinho, rápido como tudo e com fintas até mais não. Cristiano Ronaldo estreia-se pelo Sporting a 14 de Agosto de 2002, frente ao Inter de Milão, na Liga dos Campeões. Faz 31 jogos, marca cinco golos e, no verão seguinte, vai-se embora.

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Olá red devils

A 12 de agosto de 2003 é oficial: a troco de 17,3 milhões de euros, o Manchester United compra Cristiano Ronaldo ao Sporting e encontra herdeiro para a camisola 7 deixada por David Beckham.

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A estreia no United

Quatro dias depois, Alex Ferguson demora uma hora a chamá-lo. Aos 61′ do encontro frente ao Bolton, na primeira jornada, Cristiano Ronaldo entra em campo para correr, fintar, rematar e estrear-se na Premier League. Uma estreia “maravilhosa” e “quase inacreditável”, disse o treinador.

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E depois na seleção

Aos primeiros 29 minutos com o United segue-se a estreia na seleção nacional. E logo a 20 de agosto. É contra o Cazaquistão que o extremo, então com o número 16 e chamado por Luiz Felipe Scolari, joga pela primeira vez (46 minutos) por Portugal, em Chaves.

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O primeiro golo em Inglaterra

É num livre direto que Ronaldo remata a primeira bola que acaba em golo com o United, a 1 de novembro de 2003, contra o Portsmouth. Era o primeiro dos seis que marcou nessa época e dos 186 que deixou em Manchester, até 2009.

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E a primeira expulsão

No final dessa temporada surge o primeiro cartão vermelho da carreira, aos 90’, já depois de marcar um golo ao Aston Villa, a 15 de maio de 2004.

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Golo, vitória e Taça

O primeiro troféu é o da Taça de Inglaterra, logo na primeira época em Inglaterra. E vem com um golo de Ronaldo, que marca na final diante do Milwall no Millenium Stadium, em Cardiff, País de Gales.

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O primeiro pesadelo grego

Lá no alto, de cabeça, e numa bola vinda de um canto. O primeiro golo de Cristiano Ronaldo com a seleção é aos 90’+3 do arranque do Europeu de 2004, contra a Grécia, no Porto. De nada valeu. A seleção começou a prova como a terminou: a perder contra os gregos.

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E o segundo, com lágrimas

Na final o miúdo não marca. Mas chora. Ronaldo não aguenta as lágrimas quando o árbitro apita, acaba com a final do Euro e dá início à festa da Grécia, que bate (1-0) a seleção nacional no Estádio da Luz. O português acaba o ano no 12.º e 13.º lugares na corrida à Bola de Ouro da France Football e ao prémio de Melhor Jogador do Mundo da FIFA.

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Outra final perdida

Em maio de 2005 volta a perder uma final. E logo tendo à vista o caneco que levantara no ano anterior: o United é derrotado pelo Arsenal nos penáltis, vê a Taça de Inglaterra fugir e Ronaldo embrulha a época sem um título incluído.

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Volta a marcar, e a conquistar

As medalhas regressam ao pescoço do português na temporada seguinte. Mas apenas uma, a da Carling Cup, a taça da liga inglesa que o Manchester United conquista em 2005/2006. Um dos golos da final ganha ao Wigan é de Cristiano Ronaldo, aos 59’, o 12.º que marca nessa temporada — e não mais ficaria aquém dos dois dígitos no final de uma época.

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O quarto lugar no Mundial

Mais um verão chega e CR7 passa um mês na Alemanha, com a seleção. O Mundial de 2006 leva a equipa até às meias-finais, onde perde com a França de Zidane. Pelo caminho há um golo de Ronaldo, de penálti, contra o Irão, antes de o número 17 (o tempo ainda dava Luís Figo à seleção) marcar à Inglaterra no desempate nas grandes penalidades, nos quartos de final.

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A braçadeira

Um dia após contar 22 anos, Ronaldo é pela primeira vez capitão numa partida da seleção nacional. Acontece em Londres, a 6 de fevereiro de 2007, quando Scolari honra o desejo de Carlos Silva, vice-presidente da Federação Portuguesa de Futebol, que falecera dias antes e via a braçadeira em Cristiano como a solução para as críticas que o português recebia em Inglaterra (por ter estado envolvido na expulsão de Wayne Rooney, seu companheiro no United, durante o Portugal-Inglaterra do Mundial).

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O primeiro golo na Champions

Estava difícil. Só à quarta participação na Liga dos Campeões há notícia de Cristiano Ronaldo a marcar golos. Começou bem, logo com dois, marcados em Old Trafford, estádio do Manchester United, contra a Roma, numa eliminatória dos quartos de final que deu um 7-1 ao marcador.

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Por fim, a Premier League

Vinte e três golos depois, Ronaldo fecha 2006/2007 com as mãos agarrados ao troféu da Premier League, a primeira de três consecutivas que conquista com o Manchester United. Pelo caminho, em novembro e dezembro, é nomeado jogador do mês do campeonato inglês.

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O perdão

“Desculpem.” Foi isto que o cabisbaixo, as palmas das mãos juntas e o festejo condito disseram após Ronaldo marcar o golo que, a 19 de setembro de 2007, derrotou o Sporting (1-0) no regresso do craque a Alvalade.

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Eis o hat-trick

Um, dois e três. O que hoje já quase é hábito, na altura, era novidade. O ano de 2008 começa com o primeiro hat-trick da carreira, a 12 de janeiro, diante do Newcastle, e catapulta ainda mais Ronaldo para o ano que às fintas de extremo passou a juntar um número de golo à avançado.

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Um salto para agarrar a Liga dos Campeões

Foi com um pulo, de gigante, que Cristiano marcaria, em maio, o primeiro golo da final da Liga dos Campeões em Moscovo, frente ao Chelsea de Ricardo Carvalho e Paulo Ferreira. Depois falharia um pontapé no desempate que 120 minutos levariam até aos penáltis, mas acabou agarrado à sua primeira Champions, já depois de conquistar a segunda Premier League. CR7 termina a época com 42 golos marcados em todas as competições.

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Quase nada feito

O jogador do momento. Eis a reputação que Ronaldo leva para o Europeu de 2008, que vê a seleção nacional ficar pelos oitavos de final, derrotada por uma Alemanha que só pararia na final. O segundo capitão (o primeiro era ainda Nuno Gomes) só marca um golo, contra a República Checa, no segundo encontro da fase de grupos.

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A primeira das Bolas de Ouro

2008 acaba e 2009 arranca com uma confirmação: pela primeira vez, Ronaldo é reconhecido como o melhor jogador do mundo. Com 23 anos, o português sucede a Eusébio (1962) e Luís Figo (2001) e conquista a Bola de Ouro da revista France Football e o prémio da FIFA. Conquista ainda a Bota de Ouro, graças aos 31 golos marcados na Premier League em 2007/2008.

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Choque com o Barça

Há um campeonato (mais um), uma taça da liga e um Mundial de Clubes ganhos na última temporada de Cristiano Ronaldo em Manchester. E um regresso às finais perdidas. O United chega em maio de 2009 a Roma, a mais uma decisão da Liga dos Campeões, mas perde contra o primeiro ano do Super Barça de Pep Guardiola. Termina a época com 26 golos marcados em 53 jogos. E assim se despede.

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“Hala Madrid!”

Noventa e três milhões e novecentos mil euros. Só pagando 93,9 milhões de euros conseguiu o Real Madrid contratar Cristiano Ronaldo ao Manchester United, no verão de 2009. O português, aos 24 anos, tornava-se o jogador mais caro de sempre e aterrava num clube esfomeado por conquistar a décima Champions da sua história. Uma fome que infetou o português e nunca o pararia de empurrar. Sobretudo, nos golos. “Un, dos, trés: Hala Madrid!”, gritou Ronaldo, em uníssono, com os milhares de adeptos que encheram o estádio Santiago Bernabéu no dia em que foi apresentado.

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Golos a abrir

O golo veio logo na estreia, com a bola parada e de penálti. CR7 marca ao Deportivo da Corunha na primeira partida oficial que como merengue. E fá-lo também nos quatro jogos seguintes. A época inaugural em Madrid não lhe sorri com títulos e dá-lhe um total de 33 golos marcados em 2009/2010 sob o comando de Mauricio Pellegrini, o treinador. Importante? Sim. Mas não mais do que isto: começava aqui uma luta com Lionel Messi. Reservada a extraterrestres.

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Pouca coisa na África do Sul

De novo, triste. É a imagem que Portugal, e Ronaldo, voltam a deixar numa prova de seleções. A segunda consecutiva. A equipa vai até à África do Sul e sai do Mundial de 2010 nos oitavos de final, desviada por uma Espanha já embalada para o título. O capitão da seleção só deixa um golo na prova, contra a Coreia do Norte, em que um ressalto lhe faz a bola saltitar nas costas.

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Bem-vindo, José

Olá Mourinho, bem-vinda explosão. No verão de 2010 o treinador português junta-se a Ronaldo em Madrid e, com ele, o craque rebenta. Cada vez mais se deixa de fintas, de dribles bonitos, e começa a deixar a beleza para os golos. Os remates de qualquer sítio e com a bola a vir de onde seja. Ronaldo começa a marcar muitas, mas muitas vezes. A 23 de outubro, por exemplo, marca pela primeira vez quatro golos num jogo, contra o Racing de Santander.

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A humilhação de uma “manita”

Ronaldo marca muitos, mas às tantas vê o Real Madrid a sofrer. E a sério. A 29 de novembro de 2010 o português está em Camp Nou, estádio do Barcelona, onde perde por 5-0 e vê o maior rival do clube a destroçar a equipa. É a maior derrota da carreira de Cristiano.

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O primeiro troféu em Madrid

Há espaço para alegrias. Neste caso, só uma. Acontece a meio da época, a 20 de abril de 2011, quando Ronaldo marca o único golo que bate o Barça e coloca a Copa do Rey no armário de troféus do Real Madrid. É o primeiro golo que marca ao rival catalão, que valeu o único título da temporada aos merengues. O português acaba com 53 golos marcados, 41 deles na liga espanhola, que batem o recorde de Telmo Zarra (38 golos), que durava desde 1951.

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De joelhos a olhar para La Pulga

Nova época, nova ronda de batalhas. 2011/2012 começa mal para o português, que mesmo marcando um golo em Camp Nou, perde com o Real Madrid a Super Taça de Espanha. A imagem de Ronaldo a deslizar, em joelhos, perto de Lionel Messi, a pulga argentina que, nos três anos anteriores, conquista a Bola de Ouro, corre mundo.

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Europeu à vista

Dois golos dos seis que Portugal marca à Bósnia, no Estádio da Luz, em Lisboa, são de Ronaldo. A 15 de novembro de 2011, a vitória (6-2) reserva o bilhete para a seleção nacional, no ano seguinte, viajar até ao Europeu de Polónia e da Ucrânia. Onde o capitão brilharia ainda mais.

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Uma centena

O segundo mais rápido de sempre. A 12 de Março de 2012 o português marca dois golos à Real Sociedad e chega aos 100 marcados na liga espanhola: ao 102.º jogo, quebra o recorde de Férenc Puskas no Real Madrid. Só Isido Lángara, na década de 30 e 40, fizeram melhor (demorou 92 jogos).

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Malditas “meias”

A décima Champions, e a segunda para Cristiano, não aparece. O Real Madrid perde pelo segundo ano consecutivo nas meias-finais, desta vez contra o Bayern de Munique e de nada servem os dois golos do português na segunda mão.

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La Liga chega-lhe às mãos

Depois vem o campeonato espanhol, o primeiro, e até agora único, que o português conquista. O Real é campeão com um então recorde de 100 pontos e Ronaldo acaba a temporada a festejar e com os melhores números de sempre: marca 60 golos e faz 15 assistências só no Real Madrid.

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Brilhar e tombar com a Espanha

O Europeu não augura coisa boa. Portugal calha num grupo com Alemanha, Dinamarca e Holanda, a quem Cristiano marca dois golos, no último jogo da fase de grupos e atira a seleção para os quartos de final, onde volta a marcar à República Checa. A equipa só cai quando a Espanha a empurra, nas “meias”, e nos penáltis, que Ronaldo não chega a bater (era o quinto marcador escolhido por Paulo Bento).

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Agora sim, começa-se a vencer

O arranque de 2012/2013 torce o nariz ao da época anterior. De novo há Super Taça de espanhola entre Real e Barça, Ronaldo marca outra vez (fora e em casa), mas agora leva o caneco para casa. Os merengues vencem e o português parte para a nova temporada com o único título que lhe faltava conquistar em Espanha.

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Centenário também nos jogos

Cem jogos. A 12 de outubro de 2012 a seleção nacional joga e empata (1-1) com a Irlanda do Norte no Estádio do Dragão, no Porto, e encrava a caminhada rumo ao Mundial do Brasil. Mas a partida dá a 100.ª internacionalização a Cristiano Ronaldo, que marca o golo português.

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Atrás de Messi, outra vez

A 7 de janeiro de 2013, um dia depois de, pela primeira vez, capitanear o Real Madrid num jogo oficial, Ronaldo fica de novo atrás de Lionel Messi na Bola de Ouro. É a quarta votação em que tal acontece.

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O segundo pedido de desculpas

Quase quatro anos depois de se despedir do United, o português reencontra-se com o Manchester em fevereiro marca em ambos os jogos dos oitavos de final da Champions. Quando o faz em Old Trafford apressa-se a pedir desculpa. O Real segue em frente, mas voltaria a tombar antes da meta.

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Não foi desta

E de novo nas meias-finais. Agora é superado pelo Borussia Dortmund. Ronaldo marca na Alemanha (derrota por 4-1), ficando em branco na tentativa de reviravolta, em Madrid. Acaba com 12 golos e fica com a consolação de ser o artilheiro da competição.

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Comandante

Continência. A 30 de outubro de 2013, já com Carlo Ancelotti a treinar os merengues, Ronaldo festeja o primeiro dos três golos que marca ao Sevilha como um soldado. O gesto serve de resposta a Sepp Blatter, presidente da FIFA que, dias antes, ao compará-lo com Lionel Messi, classificara o português como um “comandante no campo” que “gasta mais dinheiro no cabeleireiro”.

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“Eu estou aqui”

No mês seguinte escreve ainda mais história. Os trambolhões da classificação obrigam Portugal a jogar um play-off contra a Suécia para chegar ao Mundial de 2014. E Ronaldo resolve-o: marca um golo em Lisboa, três em Estocolmo e iguala o recorde de 47 golos de Pauleta ao serviço da seleção nacional. Fecharia o ano civil de 2013 com 61 golos marcados.

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Os 400 dedicados a Eusébio

A 6 de Janeiro, um dia após a morte de Eusébio, Ronaldo faz dois golos ao Celta de Vigo no primeiro encontro de 2014 e chega aos 400 marcados na carreira. Dedica ambos ao Pantera Negra. “Foste tu que os marcaste. Estarás sempre no meu coração”, escreveu, na sua conta oficial de Twitter, após o encontro.

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Olá de novo, Bola de Ouro

Na semana seguinte, a 13 de janeiro, Cristiano Ronaldo chora. São lágrimas de alegria, que solta quando, em Zurique, na Suíça, a FIFA o distingue com a Bola de Ouro pela segunda vez na carreira: à frente de Lionel Messi e Frank Ribérey. É o primeiro português a ser considerado duas vezes o melhor jogador do mundo.

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Adeus Pauleta

Mais um recorde: a 5 de março, em Leiria, o capitão faz dois golos, fica com 49 e ultrapassa o recorde de Pauleta. Cristiano Ronaldo torna-se o melhor marcador de sempre da seleção nacional.

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Vencedor sem jogar

Uma lesão não o deixa jogar, mas a vitória também é dele. A 16 de abril o Real Madrid bate o Barça na final e conquista a Copa do Rey. No final o português salta da bancada e aterra no relvado para celebrar com a equipa.

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Mais um recorde goleador

Depois é altura de outro recorde, a 29 de abril, quando o português marca dois golos ao Bayern de Munique, nas meias-finais da Liga dos Campeões, e passa a somar 16 na competição: o maior número de bolas rematadas para dentro da baliza que um jogador conseguira numa única edição da prova. E cinco anos depois garante um regresso à final da Champions.

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A Champions de Lisboa

Muito se escreve e fala sobre uma lesão que o português força num dos joelhos. Mas Ronaldo joga a titular em Lisboa, na final da Liga dos Campeões, e marca o último de quatro golos com que o Real derrota o Atlético de Madrid. À terceira final, a segunda medalha de vencedor da Champions. Fecha a época com 67 golos marcados entre clube e seleção, além de ser o pichichi (melhor marcador) de Espanha e da Europa.

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Desilusão no Brasil

O verão é tempo de Mundial e quase só se fala do joelho de Ronaldo. O capitão joga, sempre, mas nunca no seu melhor. Como Portugal, que fica pela fase de grupos com uma derrota com a Alemanha, um empate frente aos EUA e uma vitória por números insuficiente sobre o Gana, com um golo de Cristiano. “Não estavam a 100%, mas não queria parar e perder a final da Liga dos Campeões ou o Mundial”, chegou a explicar.

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O prémio que faltava

A temporada atual arranca com um caneco: CR7 é escolhido pela UEFA como Jogador Europeu do Ano e recebe o galardão a 28 de agosto. Foi a quarta edição do prémio e todas viram o português ser um dos três finalistas.

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Golos sem parar

Recordes, golos e mais recordes. A época 2014/2015 tem sido assim. Em outubro, ao marcar em Liverpool, torna-se no primeiro homem a fazer golos em dez jogos seguidos da Champions fora de casa. Os 17 golos marcados nas primeiras dez jornadas do campeonato batem outro recorde e, em dezembro, torna-se no mais rápido de sempre (178 jogos) a chegar aos 200 golos na liga.

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Fechar o ano a ganhar

Em Marrocos não marca nenhum, mas joga e ajuda o Real Madrid a conquistar o Mundial de Clubes. Depois, já em janeiro, o golo que marca na derrota com o Valência (2-1) faz de Ronaldo o único jogador na história a conseguir marcar pelo menos 25 golos em seis edições consecutivas da La Liga.

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