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Dos últimos 13 títulos do Lokomotiv, onze pertencem a Yuri Semin, um senhor com idade para ser meu pai (71 anos). De olhar pachorrento, apanhamo-lo no centro de estágio do Lokomotiv, recém-campeão russo à conta de um golo de Éder na penúltima jornada. Quando se apercebe da nossa presença, fala com o tradutor (Murat, de seu nome e dominador do português abrasileirado com categoria) e a cena organiza-se ali mesmo, num dos bancos de jardim à beira do relvado principal. Onde iria treinar amis tarde diariamente o Irão de Queiroz.

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