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Não. Qualquer “não” está carregado de negatividade. “Não isto”, “não aquilo”. Não corras dentro de casa, não comas chocolates uns atrás dos outros, não bebas demais, não isto e não aquilo. É um fartote de nões, armadilhas infinitas de proibições e barreiras psicológicas para tudo e mais alguma coisa. Pois bem, o “não” ganha um novo élan em 1995, ano em que a editora Companhia das Letras lança Estrela Solitária, a biografia de Garrincha escrita pelo prodigioso Ruy Castro, já então autor dos estimulantes Chega de Saudade: A história e as histórias da Bossa Nova (1990) e O Anjo Pornográfico: A vida de Nélson Rodrigues (1992).

“Estrela Solitária: um brasileiro chamado Garrincha”, de Ruy Castro (Tinta da China)

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