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Em fevereiro, a ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, anunciou um investimento de cerca de 217 milhões de euros, dos quais 147 são investimento público, até 2023, no porto de Leixões. O objetivo é melhorar as acessibilidades marítimas e aumentar a competitividade portuária. As empreitadas envolvem o prolongamento do quebra-mar exterior em 300 metros, o aprofundamento do canal de entrada e da bacia de rotação, a criação do novo terminal de contentores no molhe sul e a requalificação do porto de pesca. Contudo, o projeto levado a cabo pela Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL) está a suscitar várias críticas e muitas dúvidas entre partidos políticos, autarcas, surfistas, proprietários de restaurantes e habitantes do concelho.

No início de março foi criado o movimento “Diz Não ao Paredão”, a partir do qual, além de uma página no Facebook, foi lançada também uma petição pública a pedir a suspensão da obra. A iniciativa já conta com mais de seis mil assinaturas e será levada “em breve” à Assembleia da República. Este mês, o mesmo movimento pediu à Procuradoria-Geral da República que pondere uma ação popular, “com vista à defesa do ambiente, através do Ministério Público”, e convocou uma manifestação na praia de Matosinhos para este domingo.

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